sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cachorro morre após ser agredido por funcionário de pet shop em Curitiba

Funcionário bateu com um instrumento de trabalho na cabeça do animal.
Estabelecimento lamentou o ocorrido, e deu outro cão para o proprietário.

Uma cadela da raça yorkshire morreu dentro de um pet shop, em Curitiba, após ser agredida por um funcionário. De acordo com o laudo veterinário, a cadela, chamada Mia, teve parada respiratória, parada cardíaca, edema e sangramento na região do crânio. Os donos do animal registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.
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"Ele [o funcionário] disse que se sentiu ameaçado porque a cachorrinha iria tentar mordê-lo", contou o técnico em eletrônica Bruno Mazeiro, de 22 anos, que era o dono da cadela há seis anos. Segundo ele, Mia tinha menos de 30 centímetros e pesava 1,5 kg. O funcionário bateu na cabeça da cadela com uma rascadeira, instrumento utilizado para pentear pêlo de animais. "Acidentes acontecem, mas como foi de uma maneira cruel, a gente ficou chateado", lamentou.

O diretor-geral do pet shop, Luciano Mafra, afirmou que demitiu o funcionário logo após o ocorrido. “É um fato que não tem como deixar passar. É inadmissível”, disse ao G1. No entanto, o diretor não permitiu que Bruno visse as imagens do circuito de segurança do estabelecimento. "A gente quer saber a verdade, como aconteceu", afirmou Mazieiro. "Eles são responsáveis por quem contratam", acrescentou.
Miah (Foto: Divulgação)Mia morreu após ser agredida na cabeça por um funcionário de pet shop  (Foto: Divulgação)
Mafra afirmou que pretendia “não polemizar”. Ele disse que se trata de algo desagradável, e que o estabelecimento compreende o sofrimento do dono do animal. “Só tem que pedir desculpa mil vezes”, disse. Segundo o diretor, o funcionário trabalhava há mais de um ano no local.

Compensação
"Eles devolveram o corpinho dela em um envelope", contou Bruno. Na tentativa de compensar o cliente pela perda, o pet shop deu outro cachorro da mesma raça para Bruno e a noiva, além do enxoval, as vacinas e alimentação. Para receber o animal, Bruno precisou assinar um contrato de adoção e um termo que dizia que, a partir daquele momento, o pet shop não tinha mais pendências. Bruno afirmou que a direção do pet shop não negou nada a ele.
“Até onde entendemos, fizemos o que podíamos na tentativa de sanar problema”, afirmou Mafra.

Investigação
De acordo com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, o funcionário deve responder criminalmente por maus-tratos, já que há testemunhas do fato. “Quando você deixa um animal no pet shop, supõe que vão cuidar bem”, disse o policial que conversou com a reportagem. Mais detalhes sobre as investigações não foram revelados, mas o pet shop poderá responder em uma possível ação cível. O ex-funcionário do pet shop não foi localizado pelo G1 para comentar o ocorrido.

Casal de pit bulls sem coleira ataca beagle em Maringá

Dona havia acabado de sair para passear com o cão, nesta sexta (30).
Animal só foi solto com intervenção de policiais que passavam no local.

Um cachorro da raça beagle foi atacado por um casal de pit bulls na manhã desta sexta-feira (30), em Maringá, norte do Paraná. A dona do animal, Darci Paiola, de 53 anos, havia acabado de sair de casa com o beagle (Bisteca) e outro cão da raça cocker (Chiquinho) quando os cachorros, que estavam sem coleira, avançaram. A cena foi registrada pela câmera de segurança da residência de Darci. Chiquinho conseguiu escapar ileso.

“Eu havia acabado de trancar o portão, ia sair para passear, quando percebi eles (Bisteca e Chiquinho) puxando a coleira. Quando eu vi que eram os pit bulls tentei voltar, mas eles vieram para cima”, contou Darci ao G1. Ela disse que os cães moram há duas quadras da residência dela, em uma casa sem muro e amarrados apenas a uma corda de má qualidade. Ela relatou que o dono dos cachorros disse que havia soltado os dois porque a fêmea estava no cio e precisava cruzar.

O pit bull macho segurou o pescoço de Bisteca com os dentes por quase um minuto. Um rapaz que passava com uma bicicleta tentou ajudar batendo com a roda no animal, mas ele só cedeu quando agentes da polícia que passavam pelo local viram a cena e passaram a chutar o animal. “O rapaz chutou muito o peito do pit bull, quando acertou o pulmão ele caiu para trás e soltou”, lembrou Darci. Bisteca conseguiu fugir até o carro de uma mulher que havia estacionado para ver o que acontecia.

Os cachorros são como meus filhos. Eu tentei até abrir a boca do pit bull com as mãos, se ele quisesse arrancava meu braço"
Darci Paiola
Bisteca sofreu quatro perfurações no pescoço, além de um furo na perna, mas não corre riscos. Chiquinho foi encontrado pela polícia a duas quadras de distância do acontecimento.
Durante o ataque, Darci conta que o desespero foi grande, mas que a preocupação maior era com Bisteca. “Os cachorros são como meus filhos. Eu tentei até abrir a boca do pit bull com as mãos, se ele quisesse arrancava meu braço”, diz. Ela acredita que se não fosse a ação da polícia seu cachorro estaria morto. “Eu não sei nem o que fazer para agradecer. Vou procurar por eles, o que eles fizeram foi sem comentários”, comemorou.

Após o trauma, Darci teve de ser medicada, pois teve um aumento súbito de pressão. Ela registrou um Boletim de Ocorrência e espera uma resolução para o caso. “Eu espero que ele (o dono dos pit bulls) seja processado por danos morais, isso não deixa de ser um crime”, protestou.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Cachorro é deixado dentro de veículo em shopping em Ribeirão Preto, SP

Homem conseguiu abrir à força um dos vidros para retirar o animal. Donos podem responder por crime de maus-tratos.


 Um cachorro da raça poodle ficou preso por duas horas dentro de um carro no estacionamento de um shopping de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira (26). A temperatura era superior a 30ºC.
Os donos deixaram o animal dentro do veículo e saíram para fazer compras. Os vidros do carro estavam fechados e a situação chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local. Um homem conseguiu abrir à força um dos vidros para retirar o animal.
Os donos do cachorro poderão responder por maus-tratos. A pena para esse tipo de crime é de três anos de detenção, além de multa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Macaca Chita do Tarzan morre aos 8o anos

 

O chimpanzé que viveu Chita, a inseparável companheira de Tarzan nos filmes da década de 1930, morreu aos 80 anos de idade, num santuário de animais na Flórida, EUA. Chita viveu o dobro da expectativa de vida normal para essa espécie em cativeiro. O chimpanzé morreu de falência renal na noite de Natal.
Chita conseguiu viver mais até do que seu amigo das telas. Em 1984, o ator Johnny Weissmuller, que interpretava Tarzan, morreu poucos meses antes de completar 80 anos.
O chimpanzé vivia sob os cuidados de Debbie Cobb, cujos avós passaram a cuidar do animal na década de 1960. "Ele era um chimpanzé verdadeiramente brincalhão, adorava sujar os dedos de tinta. E também amava as mulheres", disse a criadora. As informações são do site The Sun.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Em defesa do vira latas

pet rede cachorro vira lata Em defesa dos vira latas
O esta inerente a nossa , embora se formos avaliar nossa sociedade, somos todos “vira-latas”, porque temos uma grande miscigenação de no Brasil. O vira-lata ainda é visto como um animal inferior, que pode saciar a com restos de comida, que tem imunidade natural contra as doenças, enfim que não requer maiores cuidados.
Acredito que a de um vira-lata, esta relacionada a uma atitude nobre das pessoas que realmente amam os animais, ou diz , a uma opção descomprometida , daqueles que querem um animal para dar um tratamento inadequado, ou seja, não querem ter gastos e nem se preocupar com sua .
Mas precisamos reverter esta situação, os animais precisam ser valorizados na sociedade, independente de ter uma raça definida ou não. Na realidade o vira-lata é um animal muito especial, que traz em sua carga genética uma maior facilidade para enfrentar os desafios da vida e merece toda a atenção do dono. Eu fico impressionada com a esperteza dos meus “vira-latas”, eles superam a capacidade de aprendizagem dos meus akitas.
Precisamos nos conscientizar, também, que o controle de natalidade precisa ser realizado para todos os animais, com ou sem raça definida, só assim estaremos impedindo que haja uma superpopulação, onde serão sacrificados sem distinção.
Minha expectativa é que as que defendem os direitos dos animais sejam devidamente cumpridas. Embora os animais não sejam pessoas, sob o ponto de vista jurídico são titulares de direitos civis e constitucionais, na legislação brasileira, podendo ser, com tais, considerados sujeitos de direitos.
Seus direitos são parcialmente reconhecidos e tutelados, e podem ser postulados por agentes titulados para esse mister, que agem em legitimidade substitutiva. No Brasil, essa representação foi atribuída ao Ministério Público e às sociedades ambientalistas.
Apesar da lei n. 9605/98 (BR) , que, principalmente em seu artigo 32 , nos ampara quando precisamos denunciar o agente que pratica em animais, percebemos que essa legislação é muito recente e nem sempre é do conhecimento dos delegados de polícia, por isso é fundamental estar sempre com o texto de lei em mãos em caso de ir a solicitar as providencias cabíveis, munidos de provas, como fotos, testemunhas, laudo necroscópico ou qualquer coisa que evidencie o .
O delegado deverá fazer um boletim de ocorrência ou termo circunstanciado. Caso ele se negue, existe o sistema de ombusmam da policia civil e o Ministério Público que tem poder de fiscalizaçao sobre a atividade policial. Caso disponha de um bom embasamento de provas, pode-se representar diretamente ao Ministério Público e, assim ele deve propor a denuncia. Cabe ao Ministério Publico fazer juizo de valor acerca da situação, caso existam indícios de que houve os maus tratos, ele irá agir nos rigores da lei.

Filhotes na neve, ilustram campanha contra abandono de cães após Natal

De acordo com entidade, muitos filhotes dados de presente acabam sendo abandonados por perda de interesse.

Pudding e Brandy (Foto: Dogs Trust)
Brandy (à esq.) e Pudding (Foto: Dogs Trust)
 
Dois cãezinhos abandonados na neve e no frio no fim do ano passado, e readotados em seguida, foram usados por uma fundação britânica em uma campanha para que os animais não sejam dados de presente de Natal, para evitar o seu abandono depois do período de festas.
Desde 1978, a fundação Dogs Trust adota, durante as festas de fim de ano, o slogan 'Um cão é para a vida, e não só para o Natal'. De acordo com a fundação, assim como os brinquedos da moda que as crianças geralmente abandonam algumas semanas depois do Natal, o mesmo ocorre com os filhotes dados de presente.
Em 2011, a Dogs Trust adotou mais um slogan em sua campanha de fim de ano: 'tire os filhotinhos da lista de presentes de Natal'.
Um exemplo destes casos, segundo a fundação, são Brandy e Pudding, dois filhotes que foram abandonados em meio ao frio e à neve no período de Natal do ano passado, em Reading (a oeste de Londres).
Brandy, que é um bull terrier, foi deixado no meio da rua, enquanto Pudding, que é metade boxer, foi encontrado em uma mata coberta de neve.
A Dogs Trust diz ter certeza de que Brandy e Pudding foram comprados como presentes de Natal, e depois abandonados quando seus donos se deram conta da dedicação que um cão demanda.
Brandy e Pudding, ambos com 15 meses de idade, foram adotados por moradores das redondezas de Reading.
'Nem todos os cãezinhos são tão sortudos, e nós pedimos a todos que consideram comprar um filhote no Natal que levem em conta a responsabilidade que isso traz', afirma a gerente da Dogs Trust, Maureen Iggleden.
'Eles (os filhotes) demandam muito tempo e comprometimento.'
A Dogs Trust, que possui 17 centros de adoção em todo o Reino Unido, diz que toma conta de cerca de 16 mil cães todo ano, com o objetivo de reencaminhá-los para novos donos

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Amigo-secreto canino anima donos e bichos de estimação, no Recife

Amigo secreto de cachorro (Foto: Luna Markman/G1)



 
No Recife, amigo-secreto reuniu cachorros de várias raças, alguns deles vestidos 'a caráter' (Foto: Luna Markman/G1)
Silvia e sua Hermione (Foto: Luna Markman/G1)
Cachorros devoram bolo especial (Foto: Luna Markman/G1)
Pug Naomi Campbel (Foto: Luna)
chegando, e muitas confraternizações não dispensam o amigo-secreto, ou oculto, dependendo da região do País. A brincadeira envolve sorteio de nomes, compra e troca de presentes. Tudo é feito sem que um colega saiba quem o outro tirou e a graça é tentar descobrir na hora da entrega. Agora, engraçado mesmo, é quando os participantes são cachorros. Se eles forem filhotes, então, tudo vira uma bagunça.
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No Recife, a ideia de organizar um amigo-secreto canino foi da funcionária pública Sandra Moreira, que também é criadora de cachorros. "Nós sempre nos encontramos em exibições pelo Nordeste. O momento é tenso, estressante. A gente se preocupa com horário, produção, até a temperatura do cachorro. Então, decidimos marcar esse reencontro fora das competições. Eles também merecem uma festa deles", explicou.

Sandra participa de um grupo de cinófilos, gente que adora cães. Ao todo, 20 animais de variadas raças entraram na brincadeira, realizada pela primeira vez este ano, em uma casa no bairro de Sítio dos Pintos, Zona Norte da capital pernambucana, no último domingo (18). Alguns chegaram a caráter, com roupinha de Papai Noel, como o yorkshire Johnnie Walker, de três anos, que não parava quieto em um canto.
A lhasa apso Hermione, por exemplo, usava presilhas nas cores vermelha e verde. "Tenho dez cachorros, mas não dava para trazer todos. Imagine o trabalho... E o dinheiro para comprar dez lembrancinhas?", brincou a estudante Silvia Souza.

O casal Iza e Domingos Mota levou os shih-tzu Fiona e Bydoo, de sete meses. "É um momento de socialização", conta Iza, que tem outros seis cães. "Todos são criados em apartamento. Essa raça é muito mansa, companheira", disse Domingos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Augo é conhecido pelos funcionários do zoológico onde vive, na Dinamarca, como “travesso”. Em entrevista ao jornal The Sun desta terça-feira (13/12), a equipe do parque disse que o urso, de apenas um ano de idade, “parece testar a paciência de sua mãe o dia todo”. 

A entrevista justifica as fotos tiradas por Sussi Kober recentemente.  A série de imagens mostra o momento em que a mãe ursa dá uma bronca no filhote. Na sequência, o pequeno aparece “implorando” o perdão da mamãe.

“Após suas travessuras, Augo sempre dá uma espécie de abraço na mãe”, contou Sussi.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

`~ao Espancado em Tanabi - SP. Passa por cirurgia na mandibula


O cachorro espancado em Tanabi, no interior de São Paulo, irá passar por cirurgia para reconstrução da mandíbula nesta segunda-feira (12), em São José do Rio Preto. Segundo a Polícia Ambiental, a filhote de seis meses foi espancado no sábado (10) com um pedaço de pau e socos pelo próprio dono.

O presidente da ONG Ajudaa, Adalberto Amaral, de São José do Rio Preto, se dirigiu até Tanabi para adotar o animal. A filhote foi encaminhada para o Hospital Veterinário da cidade, que irá cuidar do animal e fazer a recomposição óssea. “Os veterinários vão tentar reconstruir a mandíbula. Após seis meses, terá que passar por outra cirurgia para nivelar os ossos. Infelizmente ,ele nunca mais poderá morder nada, pois não tem força. A alimentação será baseada em alimentos pastosos e líquidos”, explica Adalberto. A
ONG irá tomar conta do boxer até sua recuperação.

De acordo com informações da polícia, a filhote apanhou porque havia mordido o celular do dono. Indignada com a agressão do filho, os pais tentaram socorrer o animal e foram ameaçados. A mãe do suspeito levou a cachorra ao veterinário. Um boletim de ocorrência foi aberto contra o suspeito por maus-tratos a animais e ameaça aos pais.

Segundo o veterinário Antônio Hernandes, que acompanha o estado de saúde da cachorra, o cão sofreu um trauma na pata esquerda e quebrou o arco da mandíbula. “Dois pedaços ficaram pendurados e outros foram perdidos. Ela também teve uma luxação que acredito ter sido causada por socos”, diz.

A Polícia Ambiental de São José do Rio Preto esteve neste domingo (11), na clínica veterinária para constatar o crime. De acordo com informações do cabo Silvio Perpétuo Lanza, foi aberto um auto de infração contra o suspeito de agressão. Ele receberá multa de R$1.5 mil e responderá por crime ambiental.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

‘Mais 1h enterrado, ele teria morrido’, diz veterinária sobre cão resgatado

O filhote de cachorro de apenas 4 meses resgatado em Novo Horizonte, no interior de São Paulo, após passar 12 horas enterrado pelo próprio dono, passa bem e já não corre riscos de morrer. O caso comoveu moradores da cidade e candidatos para adotá-lo não faltam.

O animal foi resgatado nesta quarta-feira (7), quando um integrante da Associação de Proteção aos Animais, Marcos Rodrigues, recebeu denúncia de que havia um cachorro enterrado vivo no quintal de uma casa. Ele conseguiu encontrar o cão e o levou para uma clínica. Segundo a veterinária Viviane Cristina da Silva, ontem (7), o cãozinho comeu bem, mas hoje (8), já se recusou. "O remédio que estamos dando a ele causa enjôos, mas o filhote será medicado e vou colocá-lo no soro. Ele está bem, mas se o regate demorasse mais uma hora, ele poderia ter morrido", disse a veterinária.

O filhote apelidado carinhosamente de Titã, que significa filho da terra, está desnutrido, desidratado e precisa passar por um tratamento de pele. De acordo com a veterinária, o animal deve ficar pelo menos durante 15 dias em observação. Ele tomará banhos com remédios e antibióticos duas vezes ao dia. Nesta quinta-feira (8), passará por um hemograma e poderá ter que fazer uma cirurgia no olho direito, onde há uma perfuração. “O filhote está com uma úlcera de córnea, que acredito ter sido causada pelo atrito da terra com o olho”, explicou a veterinária.

Como a prefeitura não tem um local para tratamento de animais, Titã está sob os cuidados de uma clínica particular. O custo inicial para cuidar do filhote foi de R$500, custeado através de doações de moradores sensibilizados pelo caso. Após os 15 dias, o cãozinho terá que passar por mais seis meses de tratamento de pele, que custa em torno de R$ 100 mensais.

Por enquanto, a Associação de Proteção aos Animais quer a melhora do animal e não se preocupou sobre a adoção. Muitas pessoas da cidade já manifestaram interesse e visitaram o cãozinho na clínica onde ele está internado. Caso Titã não tenha um dono quando tiver alta, permanecerá sob os cuidados da Associação. “A cidade tem 35 mil habitantes e a mobilização foi geral. Embora haja pessoas que façam essa crueldade, a maioria ama os animais e quer ajudar. A cidade tem um canil que é gerenciado por uma ONG, mas o local ainda não tem veterinário e por isso, Titã ficará conosco”, afirma Rodrigues.




Foi apresentado um termo circunstanciado à Justiça e o suspeito de enterrar o cachorro deverá ser investigado pelo crime de crueldade contra animais. Segundo o delegado responsável pelo caso, Luis Fernando Calmon Ribeiro, a polícia aguarda laudo para ouvir o suspeito, que pode pagar multa e pegar de 3 meses a 1 ano de prisão.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pássaros são flagrados tentando roubar comida de cão-da-pradaria

 Um cão-da-pradaria foi atacado por estorninhos no zoológico de St. Louis, no Missouri (EUA), que tentaram roubar sua noz. A luta bizarra por comida foi registrada pelo fotógrafo Tad Arensmeier.  Apesar dos ataques, o cão-da-pradaria conseguiu manter sua noz.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Quati resgata filhote atropelado em rua de Campo Grande



Um morador de Campo Grande registrou em imagens, nesta semana, o momento em que um quati retirou, do meio da rua, outro exemplar da espécie que havia sido atropelado. Segundo o fotógrafo Marcelo Silva de Oliveira, o animal era um filhote e não resistiu aos ferimentos.

Atropelamentos de animais silvestres são comuns na região do Parque dos Poderes, onde o fato ocorreu, de acordo com a Polícia Militar Ambiental. A reserva ecológica de 129 hectares é circundada por ruas e avenidas, e os principais prédios públicos da administração estadual estão instalados na área.


  
O major Ednilson Queiroz, da PMA, explica que os quatis andam em bando e têm hábitos alimentares diurnos e noturnos. Os animais se alimentam de frutas e carne, e com frequência são vistos remexendo lixo das residências no entorno do parque, em busca de comida.



O oficial da polícia ambiental faz um alerta aos motoristas que transitam pelo Parque dos Poderes. "O condutor deve seguir as placas indicativas e diminuir a velocidade quando avistar algum animal silvestre. Eles têm prioridade", diz Queiroz. Ainda segundo o major, a corporação resgata diariamente de cinco a seis animais silvestres em áreas urbanas.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vira-lata que “lutou” ao lado de soldado morto no Afeganistão é resgatado pela família do militar


Melhor amigo do soldado Conrad Lewis em plena guerra do Afeganistão, o vira-lata Peg acaba de chegar aos EUA para passar o natal com sua nova família. Nascido no Afeganistão e adotado durante a ocupação americana no país, o animal ficou sozinho após a morte do militar, há seis meses.

A família de Lewis conhecera a história do cão no Natal passado, quando o soldado, de férias nos Estados Unidos, contou sobre a intenção de trazer o animal para casa e batizá-lo de Peg. “Nosso filho morreu na batalha e agora estamos com seu melhor amigo”, declaram os pais do soldado em entrevista ao The Sun.

Em homenagem ao filho, morto em combate, a família Lewis decidiu trazer o cão de volta. O resgate se transformou num plano ambicioso. Dentro de um saco, Peg viajou no helicóptero militar até chegar a Cabul, capital do Afeganistão.
De Cabul, após inúmeras autorizações de viagem negadas, Peg embarcou para Grã-Bretanha, onde ficou em quarentena. De lá, voou para os EUA. “Foi o último desejo de Conrad e estamos satisfeitos por ter feito isso para ele”, disse o  pai do soldado.