segunda-feira, 30 de abril de 2012

Gaivota gulosa

Gaivota é flagrada com patinho no bico na Irlanda. Cena ocorreu em um parque em Dublin. Imagem foi feita pelo fotógrafo Paul Davis Hughes.

Égua é arrastada por caminhonete



Uma cena registrada por uma mulher gerou revolta entre os vizinhos da cidade de Stafford Springs, nos Estados Unidos. De acordo com o canal de notícias Eyewitness News, eles afirmam que um homem puxou seu próprio cavalo usando uma caminhonete e uma corda amarrada no pescoço do equino. O dono do animal, Culver Modisette, de 86 anos de idade, disse ao canal 3 que ele “não é muito familiarizado” com Annie, sua égua de raça Árabe, mas que não quis machucá-la.

Os vizinhos ficaram indignados e afirmaram que o cavalo poderia ter morrido, mas Modisette alega que o animal está em boa saúde. O dono do equino explicou que sua única intenção era buscar o animal que havia fugido. Segundo ele, a égua se soltou na madrugada de domingo, aventurando-se para a casa de um vizinho ao lado, na esperança de acasalar com os cavalos machos de lá. “O que mais eu poderia fazer? Eu tinha que trazê-la de volta, não podia deixá-la ali”, disse Modisette. Ele contou que usou uma cinta de nylon para prender o animal à parte traseira de sua caminhonete.

“Eu só estava tentando trazê-la de volta para o estábulo, para seu café da manhã com maçãs e assim por diante. Não tive más intenções”, se defende. A polícia do Estado de Connecticut iniciou uma investigação depois de receber a denúncia. O momento foi registrado por Helen Kelley, que presenciou a tentavida frustrada de Modisette. Preocupada com a segurança do animal, ela tirou várias fotografias que registraram, inclusive, o animal sendo arrastado. “Eu comecei a gritar: Pare, você está matando o seu cavalo, corte a corda!”, disse Helen. 


 Modisette obedeceu e disse que seria capaz de levar a égua para casa sem maiores incidentes. “Arrependo-me de amarrá-la na parte de trás do carro. Foi um erro. Mas o que mais eu poderia fazer?”, disse o dono do animal.

Um veterinário examinou o equino e encontrou apenas pequenas feridas na pele. (Por: Marina Knöbl)

Filhote de Cão fica preso entre espinhos de cactos



Cãozinho de oito semanas é salvo depois de ficar preso em cacto Filhote ficou com centenas de espinhos cravados na pele, mas acabou sendo resgatado e agora será colocado para adoção. Da BBC 52 comentáriosUm cãozinho de apenas oito semanas de idade foi salvo após ter ficado preso nos espinhos de um cacto.

 O filhote, um Yorkshire Terrier, foi encontrado na cidade americana de Phoenix, no Estado do Arizona. saiba mais Gato de 18 kg vai fazer dieta nos EUA Ele foi achado após vizinhos terem ouvido seus ganidos. O animal foi levado para um hospital local, onde terminaram de retirar alguns dos espinhos que ainda estava presos em seu corpo. Agora, o cachorro, que ganhou o apelido de ''Cactus Jack'' será colocado para adoção

Cachorro com deformidade nas patas ganha cadeira de rodas



Não há nada que impeça o cãozinho Roosevelt de sair correndo por aí. O animal nasceu com uma deformidade nas pernas, mas aprendeu a andar com as patinhas de trás.

Desde que adotou o cachorro, há três anos, Stephanie Fox, da cidade de Portland, Estados Unidos, só tinha uma coisa em mente: comprar uma cadeira de rodas para ele. - Se você tem uma criança deficiente, tenta enriquecê-los e dá-los oportunidades. Então por que não fazer o mesmo com um cachorro? - disse ela. Stephanie economizou R$ 1.700 e comprou uma cadeira de rodas para Roosevelt. E ele adorou!

O cachorrinho só usa a cadeira, que dá apoio às duas patinhas da frente, em longa caminhadas. As patas de trás são bem fortes, e em casa ele consegue caminhar, pulando como um canguru. Mesmo sem as rodinhas, Roosevelt corre e busca bolinhas para a dona. Ele anda sem coleira pela cidade, e quando tem a ajuda da cadeira de rodas, é com se tivesse energia extra. - Algumas pessoas disseram que nós deveríamos sacrificá-lo, porque acham que ele está sofrendo. Mas ele acorda feliz todos os dias - enfatizou Stephanie - ele não sabe que é diferente - acrescentou. Leia mais:




 http://extra.globo.com/noticias/mundo/cachorro-com-deformidade-nas-patas-ganha-cadeira-de-rodas-4752128.html#ixzz1tWFxxVd3

Cachorro acompanha dona na reforma do telhado



Cachorro fica horas em cima de telhado enquanto o dono trabalha Axel passa horas em cima do telhado Foto: Reprodução / The Sun Extra Online Tamanho do texto A A A Todos os dias, o cão Axel sobe no telhado e fica lá por cerca de cinco horas.

O cachorro não renuncia ao “dever” de acompanhar o dono, Richard, e vai com ele trabalhar, consertando os telhados de imóveis na cidade de Norfolk, na Inglaterra. O cachorro já virou atração no lugar. Pedestres costumam dar uma conferida no telhado, quando se deparam com Axel, para ver se é isso mesmo o que estão vendo. E alguns motoristas chegam a sair do carro para fotografar o animal. Richard garante que o cachorro, uma mistura de labrador e rotweiler, já aprendeu a subir sozinho. - Quando ele era filhote, nós tínhamos que carregá-lo até o alto. Mas ele aprendeu logo a subir os degraus sozinho - contou.
O cachorro ganha uma forcinha para descer Foto: Reprodução / The Sun Quando finalmente chega ao topo, Axel se acomoda e passa o resto do dia observando o trabalho do dono. Às vezes, fica entediado e sai para dar uma voltinha. - Ele prefere estar no telhado, do que esperar sentado no banco traseiro da van - assegurou Richard.

Quando está muito quente, não é raro que o dono do imóvel onde Richard está trabalhando convide Axel para descansar lá dentro. E muitas pessoas chamam o cachorro para um lanchinho ou um carinho. Segundo Richard, o cachorro é bem ágil, não tem medo de altura e nunca caiu do telhado. - Ele certamente não se assusta com a altura. Isso não o preocupa - assegurou ele.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Cachorra não aandona amiga depois de morta




Um cachorrinho tocou o coração dos chineses na província de Quanzhou. O cão estava com uma cadelinha, quando ela foi atropelada e morreu na hora. Em vez de abandonar a companheira, o animal ficou ao lado dela até que o corpo fosse retirado de lá.

 O cão latiu, mexeu na cadela e a lambeu, até que uma pessoa chegou e retirou o animal morto de lá. De acordo com testemunhas, os dois cachorros eram vistos juntos com frequência.

- Foi horrível ver o cachorro tocando a parceira, sem querer deixá-la para trás - disse um pedestre. Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/cadela-morre-cachorro-permanece-ao-lado-dela-4715776.html#ixzz1tFdRaheD


Mulher é condenada por maus tratos em cahorro



Inglesa é condenada pela Justiça por deixar cachorro de estimação cheio de pulgas Shelley foi condenada na Inglaterra Uma mulher foi considerada culpada pela Justiça na Inglaterra, por deixar que o cachorro de estimação ficasse infestado de pulgas.
O bull terrier Sambuca estava coberto de feridas por causa da alergia que desenvolveu às pulgas. O bicho estava tão desesperado com o problema, que acabou mordendo e arrancando a ponta da cauda. A dona, Shelley Blackwekk, 29 anos, disse que chegou a tratar o animal com remédios, mas não funcionou.

 A mulher, da cidade de Milton Keynes, foi condenada por provocar sofrimento desnecessário ao cachorro. Ela foi multada em R$ 2.900 e terá que cumprir 120 horas de serviços comunitários. Shelley também foi proibida de ter animais de estimação por três anos. Sambuca estava cheio de pulgas Foto: Reprodução / The Sun - Se ela tivesse pago um tratamento que custa entre R$ 60 e R$ 90 para o cachorro, isso poderia ter sido evitado - alegou Sue Haywood, do serviço de proteção aos animais

 - Isso deve servir de aviso para todos que possuem gatos ou cachorros. Nós estamos satisfeitos com a sentença que ela recebeu. Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/inglesa-condenada-pela-justica-por-deixar-cachorro-de-estimacao-cheio-de-pulgas-4494639.html#ixzz1tFc6z7IM

Cão magro e faminto é resgatado da casa do dono por fiscais do centro de animais


 
 
Um cachorro foi encontrado tão magro e faminto, na Inglaterra, que a circunferência do corpo tinha apenas 10 centímetros. Os inspetores do centro de animais da cidade de Ringwood nem conseguiram definir a raça do animal.
Meses depois, o cão está saudável e já anda abanando o rabo por aí. O dono do cachorro, o soldado John Hendricks, foi condenado pela Justiça por causar sofrimento desnecessário ao cão.
Ele foi proibido de ter animais de estimação pelos próximos 10 anos e multado em R$ 454. E ainda terá que pagar R$ 2.270 em custos do processo.
De acordo com o jornal “The Sun”, o centro de caridades que resgatou o cachorro revelou, nesta terça-feira, que houve um aumento de quase 25% de pessoas punidas por negligência com os bichos de estimação no ano passado.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/cao-magro-faminto-resgatado-da-casa-do-dono-por-fiscais-do-centro-de-animais-4721587.html#ixzz1tC283RLm

Cachorros são salvos or ativistas na China, escapam de virar comida


Quinhentos e cinco cachorros, presos em 156 jaulas apertadas, escaparam de virar comida nos restaurantes chineses. O caminhão que carregava os animais foi interceptado graças a um grupo de ativistas na província de Yunnan, com a ajuda de motoristas que notaram o conteúdo da carga. Pessoas começaram a postar fotos e comentários sobre os cachorros no caminhão, o que levou a polícia a parar o veículo no pedágio seguinte.

Os ativistas que entraram em contato com as autoridades e fizeram o alerta pela internet, logo chegaram à delegacia para onde os cães e o motorista foram encaminhados. Alguns cachorros já estavam mortos nas jaulas. - Eles estavam apertados juntos. Nossos corações foram quebrados, ao ver isso - disse um dos ativistas.


Voluntários tiraram as jaulas do caminhão e passaram a noite alimentado e cuidando dos cães. Oficiais do Departamento de Inspeção de Animais, que investigavam o caso, descobriram que o transporte era legal. O dono dos cachorros tinha uma licença para transportá-los e a polícia não conseguiu fazer nada, mesmo sabendo que os animais iriam direto para os restaurantes locais, provavelmente.

- Nós não podemos impedir as pessoas de comer cachorros, já que não temos uma lei de proteção a animais. Esperamos que o governo possa impedir os criadores de cachorros de fazerem negócio.

Mas a história teve final feliz. Aos 45 minutos do segundo tempo, uma instituição privada de resgate de cachorros chegou ao local, desembolsou quase R$ 18 mil e comprou todos os bichinhos. Os cães foram levados para o abrigo, onde receberão cuidado e comida à vontade. Leia mais:








domingo, 22 de abril de 2012

Juan Carlos O Rei Tirano

MADRI — Após cair, fraturar o quadril e precisar ser operado, o rei da Espanha se tornou alvo da ira de espanhóis e estrangeiros, ao se saber que ele sofreu o acidente ao participar de uma caça a elefantes em Botsuana. Um hobby caro, especialmente para o mandatário de um país em crise da dívida pública, e duvidoso para alguém que ocupa, na Espanha, o cargo de presidente de uma das mais representativas organizações de defesa do meio ambiente — o Fundo Mundial para a Natureza (WWF). Apenas um site reuniu 60 mil assinaturas pedindo a cabeça de Juan Carlos I enquanto membro da organização.
— Estamos falando de um dos fundadores da WWF na Espanha. É um incidente que tem um dano potencial à nossa imagem, mesmo a caça de elefantes sendo legal e regulada em Botsuana. Nunca tivemos um caso assim antes — diz ao GLOBO Oscar Soria, porta-voz da WWF Internacional, ainda contabilizando o número de e-mails, telefonemas, comentários e mensagens privadas no Facebook, tuítes, “em inglês, espanhol, português”.

A WWF, que tem mais de 5 milhões de apoiadores em todo o mundo, reconhece que a caça esportiva é controversa mas não é inflexível, entendendo que a prática pode ser liberada caso haja provas claras de que é benéfica para o meio em questão. O problema é explicar como uma organização de defesa do meio ambiente mantém entre seus quadros alguém que posa para fotos com uma espingarda junto a um animal morto, como se esse fosse um troféu.
Numerosos sócios têm pedido desligamento da WWF, que divulgou nesta segunda-feira a carta enviada ao rei cobrando — respeitosamente — explicações. Além disso, “dezenas de milhares de pessoas”, diz o texto, “se manifestaram por meio de diferentes plataformas digitais para protestar e pedir que Sua Majestade, o Rei, não continue ostentando a presidência de honra da WWF Espanha.”
Mais cedo, uma recolha de assinaturas foi iniciada no site Actuable. A petição é pela renúncia de Juan Carlos I a seu cargo na organização ambiental — que ocupa desde que ela foi fundada na Espanha, em 1968. Até o início da noite desta quarta-feira, já contabilizava 60.710 das 70 mil firmas esperadas.
Diante das reações, a WWF solicitou uma reunião urgente com o monarca para discutir o assunto e lhe transmitir as manifestações que recebeu. E também para demiti-lo?
— Estamos esperando a reunião. Não é uma questão que possamos responder agora, já que não tivemos a chance de falar com o rei ainda — diz Soria.

‘Não lhe desejo pronto restabelecimento’, diz Brigitte Bardot
O rei havia desembarcado na segunda-feira em Bostuana. Na sexta-feira, sofreu uma fratura no quadril ao tropeçar na residência em que se hospedava. De volta à Espanha, foi internado no Hospital San José, em Madri, que informou que o paciente se se recupera de maneira positiva e já caminha e se levanta sozinho, usando muletas. Mas, se depender dos votos da renomada atriz francesa Brigitte Bardot, Juan Carlos I não terá saúde para voltar tão cedo às caçadas:

“Eu não lhe desejo um pronto restabelecimento se isso vai lhe levar a continuar com suas estadias assassinas na África ou em outros lugares”, disparou Brigitte em uma carta aberta. “É indecente, revoltante e indigno de uma pessoa do seu nível. Você não é melhor do que os caçadores ilegais que pilham e saqueiam a natureza, você é a vergonha da Espanha” diz o texto.
Nesta terça-feira, a Igualdad Animal realiza um protesto em frente ao Hospital San José contra as caçadas. A ONG tem escritórios em cinco países e 140 mil seguidores no Facebook e afirma ser contrária à caça mesmo legalizada — como é o caso em Botsuana, onde há um planejamento para que os animais não superem a capacidade das áreas de proteção e causem problemas para a população.
— Vamos fazer uma manifestação pacífica pedindo para que o rei se coloque na condição dos animais — diz ao GLOBO o porta-voz da organização, Javier Moreno.

Urso embriagado
O caso do elefante não é o primeiro que suscita críticas ao hobby do rei Juan Carlos I. Em 2006, o jornal russo "Kommersant" divulgou a informação de que o espanhol participou de uma caça a urso junto com o então presidente da Rússia, Vladimir Putin. Para facilitar, o animal teria sido embriagado ou drogado. A Casa Real desmentiu a reportagem.
— Sempre houve críticas (à posição do rei sobre as caçadas). Mas o movimento de defesa dos direitos dos animais é cada vez maior e cada vez mais pessoas estão conscientes de que é injusto caçar — diz Moreno, sobre as razões para a reação expressiva desta vez.
Em seu comunicado, a WWF lembrou que atua em diversas frentes pela proteção e defesa do meio ambiente, inclusive em programas pelos elefantes da África e da Ásia.
“A WWF reitera seu compromisso com a preservação de elefantes, o que tem feito há 50 anos, lutando contra a caça ilegal, o tráfico ilegal de marfim e a destruição de habitats, não apenas em países como Botsuana onde a população de elefantes agora alcançou o número de 130 mil e onde a caça é regulada, como em outras nações da África e da Ásia onde as populações estão ameaçadas”, afirmou a organização em um comunicado.

Opositores e jornalistas pedem abdicação
Segundo a Casa Real, a viagem a Bostuana, ao custo de 45 mil euros não saiu dos cofres do Estado, dos quais o monarca recebe, a cada ano, 140 mil euros de salário e outros 152 mil para gastos. Entende-se, então, que foi convidado. Se foi este o caso, por quem? Por quê? As perguntas crescem. E arranham a imagem da monarquia espanhola, desta vez, definitivamente ferida: a palavra “abdicação” começa a ser ouvida no país, já abalado pelo suposto envolvimento do genro do rei Juan Carlos em um escândalo de desvio de dinheiro público.
Jornalistas e políticos já sugerem que o rei abandone o trono — algo que Juan Carlos sempre deixou fora de cogitação. Para ele, a morte é o único motivo para acabar com um reinado. O primeiro a falar em renúncia foi Tomás Gómez, secretário-geral do Partido Socialista de Madri:
— Chegou a hora em que o chefe de Estado cogite escolher as obrigações da responsabilidade pública ou a abdicação, que lhe permitirá desfrutar de uma vida diferente.
Pouco a pouco, outros socialistas se manifestaram. Jaume Collboni, porta-voz do Partido Socialista da Catalunha, exigiu uma desculpa pública do monarca, além de maior transparência e sensibilidade. Mas, disse que não era oportuno falar de abdicação ou abrir um debate sobre modelo de Estado. Alfredo Pérez Rubalcaba, secretário-geral do PSOE, afirmou compreender a postura crítica dos espanhóis diante da viagem do rei a Botsuana, mas disse que reservaria sua opinião para dá-la diretamente ao monarca, uma pessoa compreensiva e que sabe escutar e distinguir quando faz algo bem ou mal, segundo Rubalcaba, e com quem ele pode pode falar com clareza e sem medo.
— O PSOE nunca comenta a agenda particular do chefe de Estado, nem quando gostamos nem quando não gostamos. Por responsabilidade institucional, tampouco vamos comentá-la agora — ponderou a vice-secretária geral do partido, Elena Valenciano.
Governo e Casa Real têm versões distintas
No País Basco, a Esquerda Unida foi além do pedido de abdicação. O senador do Partido Nacional Basco (PNV) Iñaki Anasagasti acusou o PSOE e o Partido Popular (PP) de encobrirem as atividades do rei. Na Catalunha, a Esquerda Republicana apresentou 30 perguntas na Câmara dos Deputados — incluindo dúvidas sobre se o presidente do governo, Mariano Rajoy, sabia do tour africano. A pergunta ecoou em outros partidos. A porta-voz do UPyD, Rosa Díez, exigiu desculpas:
— O que o rei fez não é ético, nem moral, nem responsável, nem respeitoso. Ir para a caça enquanto o país sangra por causa da crise política, econômica e social, é um fato que, sem dúvidas, trará consequências políticas.
A Casa Real afirma que o presidente do governo foi informado sobre a viagem do rei a Botsuana, e também comunicou à Embaixada da Espanha na Namíbia (já que o país não tem representação diplomática em Botsuana) encarregada da segurança do monarca. Já o Executivo afirma, segundo o jornal “El Mundo”, que só soube da ausência do monarca na última segunda-feira, quando Juan Carlos cancelou a reunião semanal com Rajoy. Na saída do hospital onde o rei está internado, ele não tocou no assunto — limitou-se a informar que Juan Carlos estava animado para voltar o quanto antes às suas funções.
O furacão que promete deixar marcas nestes quase 37 anos de reinado de Juan Carlos I chega em meio a outra polêmica: a de que o neto mais velho do rei, Felipe Juan Froilán, de apenas 13 anos, costuma praticar tiros com uma escopeta de calibre 36 — e acabou se ferindo há poucos dias.
— Essas coisas sempre acontecem com as crianças — minimizou a rainha Sofia ao visitar o jovem que, operado, teve alta ontem.
A infanta Elena concordou:
— Os filhos sempre nos dão sustos.
É possível que o pai de Felipe, Jaime de Marichalar, que se divorciou da infanta em 2007, tenha que prestar declarações na Guarda Civil, onde foi aberta uma investigação para esclarecer as causas e a responsabilidade do acidente. Quando se feriu, o garoto estava acompanhado do pai, que poderia ser multado entre 300 euros e 6 mil euros por permitir que Felipe manipulasse uma escopeta. O regulamento de armas de fogo da Espanha estabelece que a idade mínima para usar este tipo de arma é de 14 anos, desde que haja a devida licença.
Para agravar ainda mais a situação, a Espanha apresenta hoje o texto do anteprojeto da Lei de Transparência e Bom Governo — sob severas críticas na Espanha por, entre outros motivos, deixar de fora a Casa Real.

sábado, 21 de abril de 2012

Cachorros são retirados de imóvel em que eram maltratados na Bahia

Segundo advogada, dois animais foram retirados da casa bastante debilitados. Cachorros serão encaminhados para uma clínica veterinária em Itapuã.

Um oficial de Justiça retirou, por volta das 16h desta terça-feira (10), dois cachorros que sofriam maus-tratos de uma moradora do bairro Pau da Lima, em Salvador, de acordo com as denúncias de vizinhos.
Segundo a advogada Ana Rita Tavares, que atua em defesa dos animais na ONG Terra Verde Viva, no imóvel foram encontrados  dois cachorros sem raça.  Um terceiro animal da raça poodle foi retirado do local pelo marido da suspeita na tarde de segunda-feira (9), informou a advogada.
A suspeita de agredir os animais não estava em casa no momento do cumprimento do mandado de busca e apreensão e, por isso, o oficial de Justiça precisou arrombar três cadeados para ter acesso ao imóvel. A ordem é da juíza Maria do Carmo Caribé, da 16ª Vara Cível, com base na concessão da liminar pelo juiz Agemiro de Azevedo Dutra, durante o plantão judiciário no fim de semana.

Até segunda ordem, os animais estão sob posse da ONG Terra Verde Viva, que deu entrada no pedido junto à Justiça, através da advogada Ana Rita Tavares. Ela conta que os cachorros devem ser levados para uma clínica veterinária no bairro de Itapuã. A advogada relatou que os animais estavam bastante debilitados e um deles está aparentemente com uma doença que provoca carrapatos.

"O oficial de Justiça deveria ter cumprido a ordem de busca e apreensão e retirado os cachorros de lá, mesmo tendo que arrombar a porta. É uma questão de sensibilidade. Ele não deveria ter interpretado a liminar desse jeito, e sim cumprido porque está implícito que se era para tirar o cachorro, tinha que entrar na casa. Aquela liminar de busca e apreensão está valendo e eu estou ordenando outro oficial de Justiça para cumpri-la", afirmou a juíza Maria do Carmo Caribé ao G1.

Na tarde de segunda-feira (9), a determinação do juiz não foi cumprida porque a residência estava fechada e o oficial de Justiça designado para a função alegou que não estava escrito na liminar a ordem de arrombamento.
Entenda o caso
A dona dos animais foi filmada por uma vizinha usando uma vassoura para agredir um dos cachorros que cria em casa. Segundo vizinhos, a dona dos animais não foi mais vista desde a veiculação na imprensa do vídeo postado inicialmente no site You Tube. "Dois homens estiveram aqui ontem [segunda-feira] à noite e levaram um dos cachorros. A mulher não veio. Hoje de manhã, eu já dei ração aos cachorros, mas não posso tirá-los de lá. Sempre foi muito difícil aguentar gritos de misericórdia de um bichinho indefeso", relata um dos vizinhos.

saiba mais
A vizinha que fez as imagens da agressão a um dos cachorros que vive na casa prefere não se identificar e diz que as agressões aos animais são constantes na residência. Ela postou o vídeo no You Tube com o título "A Bruxa dos Cachorros".
A mulher disse ao G1 que um caso de espancamento ocasionou a morte de um cachorro. "Teve um cachorro que ela batia muito. Ele desmaiava direto e, um dia, ela passou com ele dentro de um saco plástico e deu fim. Da última vez, o marido tirou ela em cima do animal e eu pensei: ' a partir de hoje esse cachorro não vai mais apanhar'. Filmei, botei no Youtube e compartilhei com meus amigos no Facebook. Pedia para comentarem e compartilharem. Até que em três dias já tem mais de três mil acessos", afirma.
No vídeo, enquanto o animal grita, a mulher diz: "Saí para lá, sai para lá, não venha para cá não! Dá vontade de chegar e matar mesmo, sem pena! (...) Matei mesmo, mandei puxar os olhos, sem pena, sem dó nem piedade.(...) E além disso vai ficar com fome o dia todo! E você vai lembrar o por que ficou com fome. Quando você ver os outros comer e você sem comer. Você vai lembrar direitinho: por que será que ela não me deu comida? E vai refletir! (...)".

"Ela deixa os cachorros com fome para não precisar limpar. Uma vez ela criou um gato lindo, mas espancava, jogava água nele e colocava ele para fora. Mas ele sempre voltava. Até que um dia ele sumiu. Acho que morreu. Tudo que ela tem de problema desconta nos cachorros", comenta a autora do vídeo.
A advogada Ana Rita Tavares soube da agressão no sábado (7), após receber um e-mail de uma colega. Ela registrou o caso na 10ª Delegacia de Pau da Lima. Uma audiência foi marcada para o dia 10 de abril, quando a suspeita deve ser ouvida.

Cão queimado com produto químico é adotado por personal trainer em GO

Nova dona do cachorro é voluntária em ONG que defende os animais. Filhote está no final do processo de recuperação e vai morar em chácara.

Cão queimado em Goiás (Foto: Arquivo pessoal)Cão queimado em Goiás (Foto: Arquivo pessoal)
Depois de cerca de 50 dias de tratamento, um filhote de cachorro da raça pitbull, que foi queimado por um produto químico em fevereiro de 2012, está no final do processo de recuperação e foi adotado. A nova dona do aninal é a personal trainer e voluntária na Associação de Proteção aos Animais (Aspan) Vanise Cezar Mateucci. Na manhã desta sexta-feira (13), Vanize foi à Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente de Goiânia (Dema) para se tornar legalmente a fiel depositária do cão.

O cachorro, que se chamava Rex, teve o nome trocado e agora é tratado por Pluto, em homenagem à clínica veterinária que cuidou gratuitamente do animal. A partir de segunda-feira (16), Pluto vai viver na chácara de sua nova dona, que fica a 15 minutos de Goiânia. Vanise não mora no local, mas disse que costuma ir para lá diariamente. A voluntária é casada e não tem filhos. Além de Pluto, ela possui mais dois cães que vivem com ela em um apartamento na capital.

“A ideia era que ele fosse hoje mesmo para a chácara, mas ontem ele machucou a córnea ao coçar o olho com a pata e teve de voltar para a clínica. Esse retorno foi necessário, pois os olhos também foram afetados pelas queimaduras”, explica Vanise.

Persistência
Para obter a guarda do cachorro, Vanise teve de ser persistente. Ela visitava o Pluto quase todos os dias e sempre pedia ao titular da Dema, Luziano de Carvalho, para adotar o cão. “Fiquei sabendo do caso por ser voluntária na Aspan. Depois, comecei a visitá-lo diariamente para acompanhar a evolução do tratamento. Me deu vontade de cuidar dele. Com essas visitas, ele ficou muito apegado a mim, pois era muito carente”, relata.

Luziano de Carvalho comenta que para poder ficar com o cachorro, a voluntária teve de assumir uma série de compromissos. “Um deles é o de não expor imagens do cachorro em redes sociais com a finalidade de arrecadar fundos ou alimentos. Todo o tratamento do animal foi feito com recursos da própria clínica que o acolheu”, observa o policial.

Quando estiver na chácara, Pluto continuará precisando de um tratamento especial. Ele está com cicatrizes por todo o corpo e, principalmente nos primeiros meses, não poderá passar muito tempo no sol. “Lá tem um espaço coberto para ele brincar. De qualquer forma, vai usar protetor solar e uma roupinha de malha”, conta Vanise.
Sobre o futuro, a personal diz que vai continuar cuidando do cachorro. “Agora ele vai ter só bons tratos, carinho e vai interagir com outros animais, o que é importante para ele. Hoje é sexta-feira 13, mas não é um dia de azar e sim de sorte. Apesar do que passou conseguiu sobrever e tem muita sorte em relação a outros animais que continuam sendo maltratados ”, observa a voluntária.

Cachorro queimado com produto químico logo depois da agressão, em fevereiro de 2012. (Foto: Arquivo pessoal)
Pluto logo depois de ser queimado em fevereiro de 2012 (Foto: Arquivo pessoal)
 
Tratamento
O filhote teve mais de 70% do corpo queimado e o tratamento foi demorado e doloroso. Ele chegou com a cabeça, orelha, face e corpo atingidos. Teve também úlcera de córnea nos dois olhos. “O tratamento foi longo e incluía uma limpeza profunda da área afetada com soro fisiológico e pomada todos os dias. Ele sentia muitas dores e passou cerca de duas semanas tomando analgésicos fortes”, relembra a estudante de veterinária e estagiária da clínica Lívia Macêdo de Melo.

O animal chegou à clínica com outros problemas de saúde decorrentes da falta de cuidados. “Ele teve uma hemoparasitose, causada por carrapatos. E como não era bem alimentado, a imunidade dele não estava muito boa e ele pegou uma doença de pele. Ele está curado da hemoparasitose e está se recuperando do fungo na pele”, diz Lívia.

Agressão
Segundo o delegado Luziano, o cachorro teria sido agredido pouco tempo depois de uma briga de família, envolvendo a mãe, filha e genro. “Ela [a mãe] dizia que iria matar uma cachorra, que teve sete filhotes. Um foi vendido e cinco morreram”, diz.

Conforme o delegado, a suspeita não admitiu ter jogado qualquer produto químico no filhote, mas teria afirmado que, enquanto colocava soda cáustica nas formigas do quintal, a cadela teria se aproximado e ela teria jogado, acidentalmente, o produto que acabou atingindo o filhote que na época tinha cerca de três meses.

O inquérito policial foi concluído e enviado à Justiça no início do mês de março. A mulher que teria ameaçado a vida da cadela foi indiciada por suspeita de ter praticado o crime ambiental de ferir o filhote de pitbull (previsto no artigo 32 da lei número 9.605/1998). “A audiência está marcada para o dia 12 de junho de 2012. E nessa mesma data ela poderá vir a ser condenada. Caso isso ocorra, a pena é de até um ano de detenção e multa”, afirma o delegado.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Galinha choca ninhada de patinhos acidentalmente no Reino Unido

Galinha chocou cinco ovos ao longo de um mês. 'Hilda' não rejeitou os patinhos e tem cuidado da ninhada


A galinha "Hilda" chocou uma ninhada de patinhos acidentalmente depois de se sentar sobre os ovos errados. A galinha chocou os cinco ovos ao longo de um mês, mas aparentemente não sabia que tinham sido colocados por uma pata, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".
Depois que os patinhos nasceram, de acordo com o proprietária da fazenda, Philip Palmer, "Hilda" não os rejeitou e tem cuidado da ninhada como se fosse dela própria. A cena aconteceu em uma fazenda perto de Poole, Dorset, no Reino Unido.

Galinha e cão viram amigos inseparáveis em fazenda

Dupla vive em uma propriedade no estado de Minnesota. Galinha chega a entrar na casinha do cachorro e subir sobre ele.
 
Foto: Reprodução/ABC News

Uma galinha e um cão viraram amigos inseparáveis em uma fazenda em Farwell, no estado de Minnesota (EUA). A galinha chega a entrar na casinha do cachorro e subir sobre ele, segundo reportagem da emissora de TV 'ABC News'. (Foto: Reprodução/ABC News)