quarta-feira, 28 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Uma história de tirar o chapéu...
Morador de rua cuida de 10 cães em SP!! Ps: Olhem a limpeza dos cobertores e travesseiros!
Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre eles, alguns encontrados em condições extremas - espancados pelos antigos donos, jogados pela janela de um caminhão, doentes, abandonados e esfomeados, largados ao léu, amarrados em postes etc. Vive de doações de ração, remédio e comida. Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e do carinho que o Rogério tem por eles e da caridade daqueles que o conhecem e admiram.
Ele fica próximo a pontos de ônibus na Avenida: Georges Corbusier, após a rua: Jequitibás (região do Jabaquara, em São Paulo), os cães não atrapalham ninguém, são super educados e simpáticos (todos castrado (a)s) e passam boa parte do dia dentro da carroça. Ele é muito querido pelos comerciantes da região mas, o problema é durante a madrugada, bêbados ao volante e garotos usuários de droga da região tem sido um constante perigo. Rogerio ja foi espancado por jovens que chegaram a jogar álcool nele enquanto dormia com os cães dentro da carroça, por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, pois um dos cães latiu e o avisou do perigo.
Ele é um exemplo de como uma pessoa pode se doar. Alguém na condição dele, poderia ter escolhido outros caminhos, mas Rogério demonstrou coragem e decidiu perseverar. Além de ser uma pessoa de muito valor, faz caridade para deixar muito bacana por aí no chinelo. Sua presença ilumina os lugares por onde passa, mas ele já está cansado e também não é mais tão jovem assim.
São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, que vão desde o assalto ao espancamento, até atentados contra a vida como esfaqueamento e atropelamento. Enfim, é muito sofrimento para alguém que luta tanto. Na região todos o conhecem e apreciam, tanto que na última vez que uma turma veio bater nele porque queria roubar suas coisas, o dono de um bar próximo saiu para enfrentar os safados e começou a dar tiros, colocando todos em fuga. Mesmo assim, o Rogério passou dois dias no hospital por conta dos machucados recebidos e, se não fosse pela intervenção do dono do bar, os cachorros já seriam órfãos.
Assim, diante de tudo isso, peço que ajudem a divulgar esta história para que o Rogério possa conseguir uma oportunidade que lhe propicie melhores condições de moradia e de vida, em qualquer cidade, para que ele possa cuidar não somente dos seus, mas de outros tantos cães abandonados por esse Brasil e que precisam de muitos cuidados e de carinho. Já lhe ofereceram abrigo mas, desde que os cães ficassem para trás, o Rogério recusou, pois para ele, estes cães são como filhos; são sua família. Outro dia ele estava levando todos os cães a um pet shop para tomarem banho 11 cachorrinhos felizes, eram originalmente 10, mas agora apareceu mais um, um fox paulistinha que eu não conheci porque no momento que conversávamos estava no banho. Ele disse que havia passado remédio contra pulgas nos cachorros e que o tal remédio é meio melado, e então teve que dar banho em toda a tropa. Perguntei quanto ele iria gastar para dar banho em todos os cachorros e ele, sorrindo como sempre, disse que a moça do pet shop o ajudava e não cobrava nada. Santa alma!
Aí eu perguntei a ele – e você? Onde toma banho? Ele me respondeu que tomava banho no posto de gasolina da esquina, banho frio, gelado mesmo. Disse que como era nordestino, estava acostumado. As vezes faltam palavras que possam definir a grandeza de uma alma como esta, que mesmo não tendo quase nada para si, dá o pouco que tem para minorar o sofrimento desses pobres animais de rua. Muito mais importante dos que a aparência, riqueza e o poder ostentado pelas pessoas, são suas atitudes e seus valores éticos e espirituais. Cada dia que passa, aprendo a admirar cada vez mais o ser humano que ele é.
Obrigado e ajudem a divulgar esta bonita história. DIVULGUEM ENTRE OS AMIGOS!!!
Quem sabe alguém consegue uma reportagem com ele e a ajuda de alguma entidade pois, além de ser um grande exemplo de ser humano, é também uma pessoa muito carente
Cão perdido reencontra dono e deixa quartel dos bombeiros em MS
Cachorro fugiu de casa no domingo e apareceu no quartel na segunda (5). Animal tinha sido 'adotado' por bombeiros, que o batizaram de Amarelo.

Soldado Thiago Pereira segura o cão que estava perdido (Foto: Tawany Marry/G1MS)
O cachorro perdido que tinha sido “adotado” por um grupo de oficiais do Corpo de Bombeiros de Campo Grande, virando, inclusive, mascote de um quartel da unidade, reencontrou seus donos no início da tarde desta quinta-feira (8). O animal apareceu na última segunda-feira (5) no quartel do Parque dos Poderes. Sem saber o nome do cão, o animal ganhou o apelido de Amarelo.
De acordo com o cabo Márcio Vinícius Duarte, um dos bombeiros que ajudou a cuidar do animal, após a divulgação do caso várias pessoas ligaram e foram ao quartel se apresentando como donos do cão perdido. “Fui eliminando algumas de acordo com as informações dadas”, explicou.
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O militar diz que por volta das 13h30, quando já estava deixando o quartel, uma mulher apareceu dizendo que viu a notícia do animal perdido. “Ela disse que estava cuidando da casa enquanto sua irmã viajava, quando o animal fugiu”, contou.
Conforme o bombeiro, a mulher disse que se levasse o cão até a petshop onde ele toma banho regularmente, seria facilmente identificado.“Peguei ele e levei no meu próprio carro. Os funcionários confirmaram e disseram que os donos moram perto dali”, afirma. “Quando chegamos na casa dos donos, ele pulou do carro e já foi correndo para seu cantinho”, recorda emocionado.
O dono de Podolski, que pediu para não ser identificado, diz que a família estava muito preocupada com o cachorro. “Minha cunhada, que estava cuidando da casa enquanto viajávamos, estava brincando com ele e deixou o portão aberto. Isso foi no domingo (4) à noite. Desde então estávamos procurando por ele. Quando ele chegou em casa deu pulos de alegria”, conclui.
Polícia vai investigar agressão que deixou cachorrinha paralítica em MS
Animal está internado em clínica veterinária de Campo Grande há 19 dias. Mais de 100 pessoas de várias cidades do país e do exterior querem adotá-la.

Após agressão Mel ficou com as patas posteriores paralisadas (Foto: Aliny Mary Dias/G1 MS)
A Polícia Civil abriu inquérito nesta sexta-feira (16) para apurar um caso de maus-tratos contra uma cadela vira-lata de 3 meses, que teria sido chutada pelo dono e perdeu os movimentos das patas traseiras. A cadelinha, que foi batizada como Mel, está há 19 dias em uma clínica veterinária de
Campo Grande, e teria sido levada pelo dono que não voltou ao local.
De acordo com a médica veterinária Ana Lúcia Salviatto, a cachorrinha foi deixada na clínica no dia 27 de fevereiro por um homem que dizia tê-la encontrado na rua. Dois dias depois o suspeito acabou dizendo que tinha chutado o animal. “Nós desconfiamos e no final ele disse que tinha mal tratado o animal e nunca mais apareceu”, recorda a veterinária.

Raio X mostra lesão sofrida pela cadela após agressão (Foto: Aliny Mary Dias/G1MS)
Mel teve fratura na tíbia e os membros inferiores ficaram paralisados, a cadela não anda e não consegue se equilibrar nas patas da frente. A filhote toma medicamentos para fortalecimento muscular e vitaminas. Ana Lúcia afirma que uma cirurgia, sessões de fisioterapia e acupuntura serão necessárias para que a cadela tenha melhor qualidade de vida. “As chances dela andar são mínimas, depois da cirurgia vamos avaliar a condição clínica dela”.
Depois de estabilizar a saúde do animal, a médica divulgou o caso nas redes sociais. A foto da cadela foi visualizada por várias pessoas e a lista de possíveis novos donos da Mel já passa de 100 pessoas de cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e até Londres, na Inglaterra.
A veterinária conta que no primeiro contato que teve com a cadela chegou a pensar em praticar a eutanásia em razão das dores que o animal sentia, mas depois de analisar a condição clínica, resolveu continuar com o tratamento. “Nós vamos explicar para as pessoas que não é um animal fácil, o trabalho e gasto serão grandes. Se ninguém tiver condições, vamos ficar com ela aqui na clínica. Já estão todos apegados”, conta Ana Lúcia.

Veterinária afirma que possibilidade de filhote voltar a andar é mínima (Foto: Aliny Mary Dias/G1MS)
O delegado Miguel Said da 1ª Delegacia de Polícia Civil da capital disse ao G1 que soube do caso através das redes sociais e decidiu investigá-lo. “Nós tomamos conhecimento e entramos em contato com a clínica, as investigações estão iniciando e temos alguns indícios que podem ajudar na identificação do suspeito”.
A pessoa responsável pela agressão pode responder por crime de maus-tratos, com pena de três meses a 1 ano de detenção. De acordo com o delegado, o caso deve ser repassado para a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat) ainda nesta sexta-feira.
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Comoção
Médicos veterinários de várias especialidades se prontificaram a atender a filhote depois que souberam do caso pela internet. Um médico ortopedista irá realizar a cirurgia sem cobrar nada. Fisioterapeutas e acupunturistas devem auxiliar no tratamento da cadela.
Médicos veterinários de várias especialidades se prontificaram a atender a filhote depois que souberam do caso pela internet. Um médico ortopedista irá realizar a cirurgia sem cobrar nada. Fisioterapeutas e acupunturistas devem auxiliar no tratamento da cadela.
Uma cadeira de rodas adaptada, conhecida como carrinho, também deve ser doada para que Mel consiga se locomover com as patas da frente. “No início queríamos um dono, agora estamos buscando doações para que ela tenha toda o tratamento de ótima qualidade sem custo algum”, afirma Ana Lúcia.
Andamento
Dono nega agressão à cadela e diz que cachorrinha foi atropelada
Dono de cachorra que ficou paraplégica diz que ela foi atropelada em casa.
Segundo polícia, depoimento do rapaz contradiz informações do irmão dele.

Mel se recupera da cirurgia realizada na quarta-feira (21) (Foto: Hélder Rafael/G1MS)
O dono da cadela vira-lata Mel de 3 meses, que perdeu os movimentos das patas traseiras em razão de lesões na tíbia e na medula, prestou depoimento a Polícia Civil, em Campo Grande, e negou que agressões tenham provocado a paraplegia no animal.
De acordo com a delegada Suzimar Batistela, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat), o rapaz de 25 anos disse em depoimento na segunda-feira (19), que atropelou acidentalmente a cadela após dar uma marcha ré no veículo.
No depoimento, o rapaz disse à delegada que sentiu quando o pneu passou em cima da Mel, ele teria entrado em desespero. O suspeito disse ainda que possui outros dois cachorros com deficiência, e afirmou novamente que não agrediu a cachorrinha.
Segundo a delegada, as explicações do dono contradizem o depoimento que o irmão dele, de 23 anos, prestou à delegacia no último sábado (17). Foi o jovem que levou a cadela na clínica onde o animal foi atendido. À polícia ele disse que viu o dono de Mel dando um chute na cadela.
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De acordo com Suzimar, a clínica veterinária está finalizando o laudo médico da vira-lata, já que ela passou por uma cirurgia na quarta-feira (21). Mesmo com o resultado do laudo a delegada afirma que somente através de depoimentos conseguirá identificar o que deixou a cadela paraplégica.
“No laudo médico não há como precisar o que causou os ferimentos na cadela. Nós precisamos descobrir qual dos dois irmãos está mentindo”, afirma a delegada.
Suzimar não descarta a possibilidade de uma acareação entre os irmãos. Um novo depoimento do jovem que levou à cadela até a clínica foi marcado para a tarde desta sexta-feira (23), mas de acordo com a delegada, o jovem não compareceu à delegacia.
Caso
Um inquérito para apurar o caso de maus-tratos foi aberto na sexta-feira (16). A cadela está há 26 dias internada em uma clínica veterinária de Campo Grande. De acordo com a médica veterinária Ana Lúcia Salviatto, a cachorrinha foi deixada na clínica no dia 27 de fevereiro.
Um inquérito para apurar o caso de maus-tratos foi aberto na sexta-feira (16). A cadela está há 26 dias internada em uma clínica veterinária de Campo Grande. De acordo com a médica veterinária Ana Lúcia Salviatto, a cachorrinha foi deixada na clínica no dia 27 de fevereiro.
Mel teve fratura na tíbia e os membros inferiores ficaram paralisados, a cadela não anda e não consegue se equilibrar nas patas da frente
domingo, 18 de março de 2012
Campeão Precisa de um Lar atenção veterinária e Muito Carinho
Campeão, nome rcebido carinhosament pelos cuidadores que recolheram o animal doente
Cansados de esperar por atendimento aos animais abandonados e doentes, o Escritor Tonni Lima e a amiga Rose, cuidadora de animais abandonados, recolheu da rua um cachorro de raça indefinida muito parecida com labrador, o cão estava sofrendo á dois dias na calçada de uma rua próxima ao centro de Tijucas.
O cachorro foi levado para uma sombra em um jardim próximo e chamado o veterinário da agricultura que disse não poder fazer nada pelos cachorros que encontra doentes nas ruas porque a prefeitura não lhes da suporte nem local adequado para tratar de cachorros doentes.
Rose e Tonni recolheram o animal que está sendo alimentado e medicado com antibióticos e um outro remédio muito caro, doado pela amiga Cléia, simpatizante da causa, porque o cachorro tem uma doença gastrointestinal crônica e por ter sido atropelado tbm tem problemas renal.
Consultado sobre o assunto a Policia Ambiental através do soldado Roecker, diz que essa situação é de competência do administrativo de Tijucas, salientando que a missão principal da Polícia Ambiental é zelar pelo meio ambiente e seus recursos ambientais bem como proteção da fauna e flora, exploração florestal e pesca predatória. Através de um trabalho preventivo e de fiscalização ao meio ambiente.
Roecker ainda aconselhou que procurássemos o ministerio público para oficialisar denúncia sobre abandono e negligência por parte da prefeitura, conclui que a Policia Ambiental está solidaria ao caso dos animais abandonados e não descarta a possibilidade de uma parceria em prol da comunidade.
Também ouvida sobre o problema, a ONG dos animais de Tijucas diz encontrar-se engessada devido a problemas de documentação junto a órgãos governamentais e ainda, segundo a diretora, não é da competência da ONG os serviços de recolher ou manter sob sua guarda esses cachorros abandonados
Sabemos que o problema é bem mais alarmante, e a prefeitura diz não ter condições para esse turbilhão de controvérsias que envolve a situação, embora devesse ter ate por se tratar de prevenção de saúde pública sanitária, mas enquanto discutem o sexo dos anjos, não se pode deixar esses animais morrerem com dor e abandonados pelas ruas da cidade. Complementa Tonni Lima que ja tem alguns cachorros que recolheu das ruas e que segundo ele, não se arrepende em estar fazendo sua parte.
Humberto - Blog Vida de Animal
sexta-feira, 16 de março de 2012
RESPEITO AOS ANIMAIS
SPAVO Sociedade - 29/07/2010
Lei 12.916/08: Fim da Eutanásia no CCZ
Artigo 2º - Fica vedada a eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, exceção feita à eutanásia, permitida nos casos de males, doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais.
§ 1° - A eutanásia será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no caput deste artigo, precedido, quando for o caso, de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.
§ 2° - Ressalvada a hipótese de doença infecto-contagiosa incurável, que ofereça risco à saúde pública, o animal que se encontre na situação prevista no "caput" poderá ser disponibilizado para resgate por entidade de proteção dos animais, mediante assinatura de termo de integral responsabilidade.
§ 1° - A eutanásia será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no caput deste artigo, precedido, quando for o caso, de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.
§ 2° - Ressalvada a hipótese de doença infecto-contagiosa incurável, que ofereça risco à saúde pública, o animal que se encontre na situação prevista no "caput" poderá ser disponibilizado para resgate por entidade de proteção dos animais, mediante assinatura de termo de integral responsabilidade.
SPAVO Sociedade - 08/10/2010
Os 10 Mandamentos de um Protetor
01) Não farás da tua casa um depósito de animais. Darás, sim, dignidade para aqueles maltratados e abandonados, mas procurarás acima de tudo um novo lar para eles.
02) Lembrarás de doar os animais que tenham chance de ter um lar; lembrai sempre da finalidade de todo o teu esforço, que é SALVAR O ANIMAL para que este tenha uma vida digna e melhor junto a donos responsáveis.
03) Não ficarás triste quando os animais forem embora para seu novo lar; lembra-te que como uma mãe ou um pai, salvastes uma vida para o mundo, que jamais se esquecerá de ti.
04) Disseminarás a todos que te cercam a Posse Responsável, mas também castrarás o maior número de animais que puderes, por ser a única solução efetiva para o problema do animal abandonado.
05) Não perderás a tua própria dignidade e individualidade; lembra-te que se não estiveres são, física e mentalmente, não poderás cuidar de ninguém.
06) Não ficarás revoltado contra a humanidade, afinal existem muitos voluntários de bom coração como vós, e a maioria das atrocidades são causadas pela ignorância. Cabe a ti ENSINAR!
07) Não esquecerás, de forma alguma, que também és um ser vivo como aqueles a quem tanto te dedicas; deverás reservar horas de lazer e convívio social só para ti, para que não continuem difamando o bom nome dos Protetores de Animais, confundindo-nos com desajustados sociais.
08) Reacenderás diariamente a tua chama de voluntário, aquela que te faz lutar contra todas as adversidades para atingir os objetivos, que causa tanta admiração entre os membros de nossa sociedade.
09) Aproveitarás o dia-a-dia para renovar os teus objetivos, para que os teus meios não se tornem os teus fins, afinal não quereis ser parte do problema, mas sim da solução.
10) Serás feliz, aproveitarás o dom Divino de ENTENDER E PROTEGER ESSAS PEQUENAS VIDAS INOCENTES!
02) Lembrarás de doar os animais que tenham chance de ter um lar; lembrai sempre da finalidade de todo o teu esforço, que é SALVAR O ANIMAL para que este tenha uma vida digna e melhor junto a donos responsáveis.
03) Não ficarás triste quando os animais forem embora para seu novo lar; lembra-te que como uma mãe ou um pai, salvastes uma vida para o mundo, que jamais se esquecerá de ti.
04) Disseminarás a todos que te cercam a Posse Responsável, mas também castrarás o maior número de animais que puderes, por ser a única solução efetiva para o problema do animal abandonado.
05) Não perderás a tua própria dignidade e individualidade; lembra-te que se não estiveres são, física e mentalmente, não poderás cuidar de ninguém.
06) Não ficarás revoltado contra a humanidade, afinal existem muitos voluntários de bom coração como vós, e a maioria das atrocidades são causadas pela ignorância. Cabe a ti ENSINAR!
07) Não esquecerás, de forma alguma, que também és um ser vivo como aqueles a quem tanto te dedicas; deverás reservar horas de lazer e convívio social só para ti, para que não continuem difamando o bom nome dos Protetores de Animais, confundindo-nos com desajustados sociais.
08) Reacenderás diariamente a tua chama de voluntário, aquela que te faz lutar contra todas as adversidades para atingir os objetivos, que causa tanta admiração entre os membros de nossa sociedade.
09) Aproveitarás o dia-a-dia para renovar os teus objetivos, para que os teus meios não se tornem os teus fins, afinal não quereis ser parte do problema, mas sim da solução.
10) Serás feliz, aproveitarás o dom Divino de ENTENDER E PROTEGER ESSAS PEQUENAS VIDAS INOCENTES!
SPAVO Sociedade - 07/11/2010
Lar Temporário
LAR TEMPORÁRIO é o local onde animais ficam até encontrar um lar definitivo. É uma maneira simples de ser um voluntário na proteção dos animais.
POR QUÊ OS ANIMAIS PRECISAM DE UM LAR TEMPORÁRIO?
Animais protegidos pela SPAVO são atendidos por veterinários de nossa confiança, passando por todos os procedimentos necessários até que estejam saudáveis e/ou prontos para adoção. Pelo fato da SPAVO ainda não ter abrigo, estes animais precisam permanecer em um lar temporário até se recuperarem de alguma enfermidade e/ou até encontrarem um lar definitivo.
QUE DEVE OFERECER UM LAR TEMPORÁRIO?
• Água fresca e ração sempre à disposição do animal;
• Lugar limpo, seguro e aconchegante, sem possibilidade de acesso à rua;
• Cuidados com a saúde na administração de medicamentos, quando necessário. Se você não tem prática, nós ensinaremos.
GASTOS NO LAR TEMPORÁRIO:
O animal é responsabilidade da SPAVO. Forneceremos alimentação, remédio e o que mais o animal precisar.
Um cantinho na sua casa já é suficiente para salvar uma vida!
POR QUÊ OS ANIMAIS PRECISAM DE UM LAR TEMPORÁRIO?
Animais protegidos pela SPAVO são atendidos por veterinários de nossa confiança, passando por todos os procedimentos necessários até que estejam saudáveis e/ou prontos para adoção. Pelo fato da SPAVO ainda não ter abrigo, estes animais precisam permanecer em um lar temporário até se recuperarem de alguma enfermidade e/ou até encontrarem um lar definitivo.
QUE DEVE OFERECER UM LAR TEMPORÁRIO?
• Água fresca e ração sempre à disposição do animal;
• Lugar limpo, seguro e aconchegante, sem possibilidade de acesso à rua;
• Cuidados com a saúde na administração de medicamentos, quando necessário. Se você não tem prática, nós ensinaremos.
GASTOS NO LAR TEMPORÁRIO:
O animal é responsabilidade da SPAVO. Forneceremos alimentação, remédio e o que mais o animal precisar.
Um cantinho na sua casa já é suficiente para salvar uma vida!
SPAVO Sociedade - 12/08/2010
Animais foram essenciais para a evolução humana
Revista Galileu
Os cachorros, gatos e outros animais domésticos tiveram um papel importante na evolução dos seres humanos, de acordo com uma teoria da paleoantropóloga Pat Shipman, da Penn State University. O hábito de acolher e usar os animais incentivou o desenvolvimento de algumas habilidades humanas, como a linguagem e a confecção de ferramentas.
A principio, pareceria estranho adotar animais como cães e gatos, pois sustentá-los seria um gasto muito grande de recursos. Mas as pessoas convivem com os animais em qualquer cultura do mundo. A explicação de Shipman é que essa adoção seria vantajosa para nós e começou na época em que estávamos deixando uma dieta majoritariamente vegetariana para uma voltada ao consumo de carne.
Segundo Shipman, essa foi uma mudança muito rápida e estranha para qualquer animal. "Foi um atalho no processo evolutivo, já que não temos os equipamentos para sermos carnívoros", disse ao Discovery News. Isso aconteceu com o desenvolvimento de ferramentas de caça, que permitiram ao ser humano competir com os outros predadores. Tivemos que inventar equipamentos, aprender a caçar e matar, e acabamos levando alguns animais para caçar conosco, como os cães.
Outros animais foram domesticados para nos servir leite, pele e carne. Cuidar desses animais requer muito conhecimento e um modo de transmiti-lo. As línguas tiveram que se desenvolver para superar esse desafio. Um dos sinais da importância dos animais para os primeiros seres humanos, segundo a pesquisadora, é o fato de eles estarem representados na maioria das pinturas rupestres.
Shipman ainda diz que, enquanto nós alterávamos a genética de nossos animais intencionalmente, eles também nos transformaram. Nos cruzamentos que selecionávamos, acabamos escolhendo os animais mais dóceis e proveitosos para nós. Ao mesmo tempo, os cães acabaram selecionando os seres humanos mais generosos e que estavam dispostos a adotar um animal, e os ajudou a sobreviver, colaborando na caça e protegendo suas casas.
Os cachorros, gatos e outros animais domésticos tiveram um papel importante na evolução dos seres humanos, de acordo com uma teoria da paleoantropóloga Pat Shipman, da Penn State University. O hábito de acolher e usar os animais incentivou o desenvolvimento de algumas habilidades humanas, como a linguagem e a confecção de ferramentas.
A principio, pareceria estranho adotar animais como cães e gatos, pois sustentá-los seria um gasto muito grande de recursos. Mas as pessoas convivem com os animais em qualquer cultura do mundo. A explicação de Shipman é que essa adoção seria vantajosa para nós e começou na época em que estávamos deixando uma dieta majoritariamente vegetariana para uma voltada ao consumo de carne.
Segundo Shipman, essa foi uma mudança muito rápida e estranha para qualquer animal. "Foi um atalho no processo evolutivo, já que não temos os equipamentos para sermos carnívoros", disse ao Discovery News. Isso aconteceu com o desenvolvimento de ferramentas de caça, que permitiram ao ser humano competir com os outros predadores. Tivemos que inventar equipamentos, aprender a caçar e matar, e acabamos levando alguns animais para caçar conosco, como os cães.
Outros animais foram domesticados para nos servir leite, pele e carne. Cuidar desses animais requer muito conhecimento e um modo de transmiti-lo. As línguas tiveram que se desenvolver para superar esse desafio. Um dos sinais da importância dos animais para os primeiros seres humanos, segundo a pesquisadora, é o fato de eles estarem representados na maioria das pinturas rupestres.
Shipman ainda diz que, enquanto nós alterávamos a genética de nossos animais intencionalmente, eles também nos transformaram. Nos cruzamentos que selecionávamos, acabamos escolhendo os animais mais dóceis e proveitosos para nós. Ao mesmo tempo, os cães acabaram selecionando os seres humanos mais generosos e que estavam dispostos a adotar um animal, e os ajudou a sobreviver, colaborando na caça e protegendo suas casas.
SPAVO Sociedade - 24/06/2010
Lei de Crimes Ambientais
LEI Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998.
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
SPAVO Sociedade - 22/06/2010
Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1. Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2. Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3. Nenhum animal deve ser maltratado.
4. Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5. O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.
6. Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7. Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8. A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9. Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10. O homem deve ser educado desde a infância para respeitar e compreender os animais.
2. Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3. Nenhum animal deve ser maltratado.
4. Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5. O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.
6. Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7. Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8. A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9. Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10. O homem deve ser educado desde a infância para respeitar e compreender os animais.
- Fonte SPAVO SOCIEDADE Comunidade Orkut
quinta-feira, 15 de março de 2012
Cão espancado pelo dono recupera visão após cirurgia

Dodger, um cão de 18 meses da raça staffordshire bull terrier, finalmente voltou a enxergar graças a uma cirurgia realizada pelos veterinários da Sociedade Protetora dos Animais (RSPCA) da Inglaterra. Ele havia sido resgatado pelos veterinários no final de 2011, depois de ter sido espancado pelo próprio dono.
Jonathan Bloomfield, de 37 anos, foi filmado por um vizinho enquanto agredia seu Dodger a socos. O vídeo, que parou no Facebook e no Youtube, irritou moradores da área de tal maneira que uma multidão enfurecida foi tirar satisfações com o inglês, forçando-o a fugir com a família de sua casa, em Grimsby, para Londres.
Bloomfield explicou que bateu no cachorro naquele dia porque o animal teria mordido seu filho de 3 anos, fato que teria sido somado a estresses do trabalho e irritação causada pelos seguidos latidos do cachorro. “Não sou naturalmente cruel com animais. Sei que estava com raiva e, por isso, não tomei a melhor atitude”. O inglês diz ser um defensor de animais e afirma que os vizinhos não gostavam de sua família pelo fato de terem vindo de Londres.
O juizado de Grimsby proibiu Bloomfield de adquirir qualquer cachorro durante 15 anos, devido a outras duas acusações de crueldade com animais. No entanto, o inglês defende que deve ser compensado, afirmando que a filmagem postada no Facebook foi uma invasão a sua privacidade.
“Se meu vizinho estava tão preocupado, tinha que ter avisado as autoridades responsáveis e não postado vídeos de minha família no Facebook e no Youtube”. Ele justifica que, após a fuga da cidade, não teve condições de adqurir outro imóvel.
Jonathan Bloomfield, de 37 anos, foi filmado por um vizinho enquanto agredia seu Dodger a socos. O vídeo, que parou no Facebook e no Youtube, irritou moradores da área de tal maneira que uma multidão enfurecida foi tirar satisfações com o inglês, forçando-o a fugir com a família de sua casa, em Grimsby, para Londres.
Bloomfield explicou que bateu no cachorro naquele dia porque o animal teria mordido seu filho de 3 anos, fato que teria sido somado a estresses do trabalho e irritação causada pelos seguidos latidos do cachorro. “Não sou naturalmente cruel com animais. Sei que estava com raiva e, por isso, não tomei a melhor atitude”. O inglês diz ser um defensor de animais e afirma que os vizinhos não gostavam de sua família pelo fato de terem vindo de Londres.
O juizado de Grimsby proibiu Bloomfield de adquirir qualquer cachorro durante 15 anos, devido a outras duas acusações de crueldade com animais. No entanto, o inglês defende que deve ser compensado, afirmando que a filmagem postada no Facebook foi uma invasão a sua privacidade.
“Se meu vizinho estava tão preocupado, tinha que ter avisado as autoridades responsáveis e não postado vídeos de minha família no Facebook e no Youtube”. Ele justifica que, após a fuga da cidade, não teve condições de adqurir outro imóvel.
quarta-feira, 14 de março de 2012
FAMILIA DE PSICOPATAS
Famílias realizam safáris na África e caçam girafas por diversão, diz jornal Reportagem afirma que turistas chegam a pagar R$ 27 mil por passeio. População de girafas no continente caiu 42% em 24 anos.
Denúncia do jornal britânico “The Sun” mostra que turistas têm aproveitado viagens à África para caçar, de forma legal, girafas em reservas selvagens.
Segundo a reportagem, a maioria das pessoas levam para casa a cabeça dos animais como um troféu de sua aventura ou famílias que participaram da caçada tiram foto sorridentes ao lado com animal morto.
De acordo com especialistas, a maioria dos “caçadores” são da Grã-Bretanha, América do Norte, Alemanha, Rússia e Escandinávia. Os caçadores chegam a pagar até R$ 27,2 mil por expedições em busca do mamífero. Clubes de caça pedem até R$ 2,7 mil pela cabeça como troféu.
De acordo com a publicação, a população de girafas caiu de 140 mil para cerca de 80 mil em 24 anos, com risco de extinção da espécie em países como Angola, Mali e Nigéria. Entretanto, na África do Sul, Namíbia e Zimbábue a caça é legalizada. Mais imagens podem ser vistas
OS MONSTROS DA FAMILIA TRUMP
Milionários causam polêmica em fotos de caçadas na África Imagens mostram filhos do empresário Donald Trump com animais mortos.Organizações ambientais se manifestaram contra à prática.
Grupos de direitos dos animais têm realizado manifestações contrárias aos irmãos Donald Trump Jr, 34 anos, e Eric, 28 anos, filhos do empresário midiático dos Estados Unidos, Donald Trump, após imagens de ambos terem sido divulgadas em um site especializado em caça.
As fotos, publicadas pelo jornal britânico “The Sun”, mostram os Trump com um exemplar de leopardo, além de um rabo retirado de um elefante. Eles ainda posam ao lado de um búfalo abatido e entre um crocodilo morto, pendurado em uma árvore. As fotos haviam sido divulgadas em um site especializado em caçadas.
As ongs têm chamado os irmãos de “insensíveis e terríveis”. Mas os Trump se defendem, dizendo não ter vergonha do que fazem e alegando que a carne dos animais foi doada a vilarejos locais.
Sobre o ocorrido, Donald Trump, 65 anos, criador do reality show “O Aprendiz”, disse que sabe da paixão dos filhos pela caça. “Eles se tornaram bons nisso (...) e sei que qualquer coisa que fizeram foi 100% dentro dos termos da comunidade de caça”.
As ongs têm chamado os irmãos de “insensíveis e terríveis”. Mas os Trump se defendem, dizendo não ter vergonha do que fazem e alegando que a carne dos animais foi doada a vilarejos locais.
Os irmãos Trump, filhos do empresário norte-americano Donald Trump, em foto tirada com corpo de leopardo. Paixão pela caça provocou ira de organizações ambientais. (Foto: Reprodução)
Por meio de sua página no Twitter, Donald Jr disse “não ter vergonha do que fez, já que é um caçador”. Ele complementa informando que “os aldeões ficaram contentes com tanta carne, que não conseguiram nem comê-la toda” e por isso estava “muito agradecido”. Além disso, ressaltou que os animais caçados não estão ameaçados de extinção.Alternativas de diversão
A organização Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), que luta pelos direitos dos animais, divulgou comunicado afirmando que “se os jovens procuram emoção, devem ir atrás de atividades como paraquedismo ou ainda, deveriam seguir os passos do pai derrubando empresas concorrentes, não animais selvagens”.
A organização Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), que luta pelos direitos dos animais, divulgou comunicado afirmando que “se os jovens procuram emoção, devem ir atrás de atividades como paraquedismo ou ainda, deveriam seguir os passos do pai derrubando empresas concorrentes, não animais selvagens”.
Sobre o ocorrido, Donald Trump, 65 anos, criador do reality show “O Aprendiz”, disse que sabe da paixão dos filhos pela caça. “Eles se tornaram bons nisso (...) e sei que qualquer coisa que fizeram foi 100% dentro dos termos da comunidade de caça”.
sábado, 10 de março de 2012
Cachorros que não abandonam seus companheiros
Cadela cuida de corpo de cão morto em estrada por duas semanas na Espanha
A cadela Dulcinea ao lado do corpo de seu companheiro morto em estrada próximo a Madri, em foto divulgada neste domingo (7) pelo grupo El Refugio. (Foto: AFP)
Relato foi feito por grupo que resgatou Dulcinea próximo a Madri. Agora, a cachorrinha de um ano está em abrigo à espera de adoção. Da AFP, em Madri
A cadela Dulcinea, uma vira-lata de um ano, ficou durante mais de 15 dias velando o corpo de outro cão que morreu atropelado em uma estrada próximo a Madri, informou neste domingo (7) uma entidade protetora de animais.
Dulcinea foi resgatada por integrantes da associação "El Refugio". Segundo eles, ela arriscou a própria vida, ficando próxima ao trânsito para proteger seu companheiro.
O grupo foi chamado ao local por pessoas que testemunharam a cena. De acordo com eles, Dulcinea várias vezes recuava, assustada com os carros, mas sempre acabava voltando para perto do companheiro.
Os voluntários contam que demoraram dois dias para conseguir se aproximar da cadela. Ela foi posta para dormir com dardos tranquilizante e foi levada a um centro onde espera por adoção.
Os voluntários contam que demoraram dois dias para conseguir se aproximar da cadela. Ela foi posta para dormir com dardos tranquilizante e foi levada a um centro onde espera por adoção.
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Cadela 'vela' corpo de cachorro morto durante dois dias no DF
Cadela ao lado de corpo decomposto de cachorro morto em área do DER no Distrito Federal (Foto: Felipe Néri/G1)
Uma cadela que tomava conta do corpo de um cachorro morto desde pelo menos a última segunda-feira em uma área do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) em Samambaia, no Distrito Federal, foi resgatada nesta quarta (7) por um funcionário do órgão.
A cadela foi notada na segunda pelo aposentado Edgar Guimarães, enquanto ele andava na ciclovia próxima do local. Segundo ele, no entanto, frequentadores da área disseram ter visto o animal no mesmo local desde a última sexta-feira (2). Ele não soube informar se o cachorro morto já estava no local.
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Guimarães disse ter se surpreendido com a solidariedade da cadela com o cão morto. "Ela não arredou o pé do lugar. Ficou 24 horas do lado cachorro morto. Eles deviam ter muita intimidade um com o outro", disse.
Para o aposentado, os dois animais deveriam ser da mesma família ou parceiros. “Acho que pelo menos eles viviam juntos.”
Fraco, por se alimentar apenas com água e um pouco de ração dada por ciclistas e pessoas que caminham próximo ao local, a cadela foi levada pelo agente administrativo do DER Josimar Mendes para uma guarita do órgão, para que pudesse ser cuidada.
A esperança dele é que o dono a encontre. "Ela deve ter um dono. Espero que ele apareça", disse Mendes.
Nas primeiras tentativas de captura, a cadela resistiu a deixar o local. Apenas na terceira investida, Mendes conseguiu capturar o animal, com um pano e um laço improvisado.
Justiça determina intervenção em canil de Gravataí (RS)
Justiça determina intervenção em canil de Gravataí (RS) acusado de maus tratos
Moradores têm denunciado aparente descaso da prefeitura em canil municipal de Gravataí; chamou a atenção um suposto caso de canibalismo entre os cães, que a prefeitura classificou como "briga"
A Justiça do Rio Grande do Sul acolheu o pedido do Ministério Público e determinou intervenção no canil municipal de Gravataí (23 km de Porto Alegre), na região metropolitana. O local vem sendo denunciado pelos moradores há anos por falta de estrutura e cuidados com os mais de 350 cães recolhidos pela prefeitura da cidade.
Na última quarta-feira (7), denúncias de moradores evidenciaram um aparente descaso com os animais. Sujeira, falta de funcionários e escassez de comida foram documentados por vídeos e fotografias. Porém, o que mais chamou a atenção foi um suposto caso de canibalismo entre os cães. Entretanto, a prefeitura negou que isso tenha ocorrido e classificou o episódio como “uma simples briga de cachorro”.
Nessa quinta-feira, o titular da Promotoria Especializada de Gravataí, Daniel Martini –que encaminhou o pedido de intervenção– explicou que a prefeitura deve disponibilizar equipe técnica, alimentos e medicamentos suficientes para os animais. A partir de agora, um interventor judicial será nomeado pela Justiça para acompanhar diariamente as atividades do canil.
Na última quarta-feira (7), denúncias de moradores evidenciaram um aparente descaso com os animais. Sujeira, falta de funcionários e escassez de comida foram documentados por vídeos e fotografias. Porém, o que mais chamou a atenção foi um suposto caso de canibalismo entre os cães. Entretanto, a prefeitura negou que isso tenha ocorrido e classificou o episódio como “uma simples briga de cachorro”.
Nessa quinta-feira, o titular da Promotoria Especializada de Gravataí, Daniel Martini –que encaminhou o pedido de intervenção– explicou que a prefeitura deve disponibilizar equipe técnica, alimentos e medicamentos suficientes para os animais. A partir de agora, um interventor judicial será nomeado pela Justiça para acompanhar diariamente as atividades do canil.
“Em caso de descumprimento dessas medidas, o município é notificado. O juiz, então, determina a realização das medidas e, se necessário, manda buscar recursos no próprio caixa municipal para fazer cumprir a decisão”, salienta Martini. Segundo o promotor, desde 2003 há uma investigação em andamento sobre a atuação da prefeitura e as condições do canil.
Superlotação
O canil municipal de Gravataí foi idealizado há mais de dez anos para receber até uma centena de cães recolhidos das ruas, a estrutura abriga hoje quase quatro vezes essa capacidade. No local trabalham um veterinário, um estagiário de veterinária, um motorista e quatro apenados do regime semiaberto, em troca da redução de pena.
De responsabilidade da Secretaria de Serviços Urbanos, o canil tem à sua disposição mensalmente uma verba de R$ 5.000 para a compra de ração. São 150 sacos por mês para alimentar os cerca de 350 cães.
O secretário de Comunicação de Gravataí, Rodrigo Becker –que tem se pronunciado em nome da prefeitura sobre o caso– admite falta de pessoal na assistência aos animais e más condições de estadia. “Não é o atendimento mais adequado. O ideal é que fosse muito melhor. Mas não temos condições de fazer um hotel para os cachorros”, disse.
Ainda segundo o secretário Becker, a prefeitura estuda aumentar o número de acomodações dentro do canil para melhor abrigar os cães. E admitiu: “É um problema crônico de administração, e que não é fácil de resolver”.
“Manter um serviço de tratamento e guarda não é algo insuportável para um município do porte de Gravataí, um dos maiores PIBs gaúchos”, informou o promotor.
De responsabilidade da Secretaria de Serviços Urbanos, o canil tem à sua disposição mensalmente uma verba de R$ 5.000 para a compra de ração. São 150 sacos por mês para alimentar os cerca de 350 cães.
O secretário de Comunicação de Gravataí, Rodrigo Becker –que tem se pronunciado em nome da prefeitura sobre o caso– admite falta de pessoal na assistência aos animais e más condições de estadia. “Não é o atendimento mais adequado. O ideal é que fosse muito melhor. Mas não temos condições de fazer um hotel para os cachorros”, disse.
Ainda segundo o secretário Becker, a prefeitura estuda aumentar o número de acomodações dentro do canil para melhor abrigar os cães. E admitiu: “É um problema crônico de administração, e que não é fácil de resolver”.
“Manter um serviço de tratamento e guarda não é algo insuportável para um município do porte de Gravataí, um dos maiores PIBs gaúchos”, informou o promotor.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Após acidente no deserto, mulher reencontra cão 53 dias depois
Barbara Bagley também estava no carro e recuperou-se de estado crítico. Cachorro emagreceu metade do peso; 'não perdi a esperança', disse dona.
Barbara Bagley abraça o cachorro Dooley, de 4 anos, napós o reencontro (Foto: AP/Shannon Sustasha)
Após perder seu cachorro durante um acidente de carro que a deixou em estado crítico e tirou a vida de seu marido, a americana Barbara Bagley reencontrou Dooley, seu Shetland Sheepdog, 53 dias depois, perdido no deserto de Nevada, no oeste dos EUA.
O acidente ocorreu em 27 de dezembro em uma via de Battle Mountain. A mulher, de 48 anos, ficou ferida gravemente e seu marido, Brad Vom Baur, de 55, morreu dias depois no hospital. O acidente também tirou a vida de outro cão do casal.
No dia em que ele morreu, ela recebeu ainda a notícia de que restos mortais de um cachorro foram encontrados em uma rodovia e pareciam ser de Dooley. Mas depois descobriu-se que se tratava de outro cão.
"Foi um dia terrível para mim. Mas algo me dizia que Dooley ainda estava vivo por aí. Não estava 100% certa, mas não chorei a morte de Dooley como chorei a de meu marido e de nosso outro cachorro", afirmou.
Depois de se recuperar das fraturas no hospital e lidar com a morte do marido, ela concentrou seus esforços em buscar o cachorro nas colinas do nordeste de Nevada. "Nunca perdi a esperança", disse Bagley.
Voluntários se uniram na busca e várias pessoas informaram ter visto um cão parecido com o que ela buscava. Um morador de Lamoille e um amigo encurralaram Dooley em meados de fevereiro, em um local a 8 km de onde ocorreu o acidente. O amigo conseguiu pegar o cachorro e colocá-lo em seu carro.
Durante o longo período perdido, Dooley perdeu mais da metade de seu peso, indo de 20 para 9 quilos. Ele chegou a ser visto devorando um coiote morto junto a uma estrada uma vez. Após ser socorrido ele foi levado a um veterinário, que retirou de sua garganta o osso de uma ave que ele tinha devorado no deserto.
domingo, 4 de março de 2012
Crescem casos de câncer em animais de estimação
A cada 21 dias, Mel --uma border collie de seis anos-- se submete a um tratamento para um câncer na bexiga com agulhas e remédios. Ela faz quimioterapia no hospital veterinário da Unesp de Jaboticabal (342 km de SP), pioneiro no Estado em oncologia veterinária.
Casos de câncer são cada vez mais comuns entre animais de estimação, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha.
No hospital onde Mel é tratada, por exemplo, os casos de bichos com câncer aumentaram quase quatro vezes em 11 anos --foram de 293 em 2000 para 1.155 em 2011.
O maior tempo de vida dos bichinhos, que estão recebendo mais cuidados dos donos, é um dos fatores. Pesquisa da na UFPR (Universidade Federal do Paraná) mostra que os casos são mais frequentes em cães com idade de 7 a 12 anos.
A oncologia é recente na medicina veterinária. "Há 20 anos não se fazia nada [contra o câncer], hoje os veterinários estão buscando especialização", diz Maria Lúcia Zaidan Dagli, vice-presidente da Abrovet (Associação Brasileira de Oncologia Veterinária), fundada em 2004.
Por isso, atendimento ainda é restrito a hospitais vinculados a universidades e a algumas clínicas particulares. "São poucos com veterinários especializados e faltam equipamentos adequados, como os de radioterapia, que são caros", afirma a doutora em medicina veterinária Silvia Ricci Lucas, da USP.
Casos de câncer são cada vez mais comuns entre animais de estimação, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha.
No hospital onde Mel é tratada, por exemplo, os casos de bichos com câncer aumentaram quase quatro vezes em 11 anos --foram de 293 em 2000 para 1.155 em 2011.
O maior tempo de vida dos bichinhos, que estão recebendo mais cuidados dos donos, é um dos fatores. Pesquisa da na UFPR (Universidade Federal do Paraná) mostra que os casos são mais frequentes em cães com idade de 7 a 12 anos.
A oncologia é recente na medicina veterinária. "Há 20 anos não se fazia nada [contra o câncer], hoje os veterinários estão buscando especialização", diz Maria Lúcia Zaidan Dagli, vice-presidente da Abrovet (Associação Brasileira de Oncologia Veterinária), fundada em 2004.
Por isso, atendimento ainda é restrito a hospitais vinculados a universidades e a algumas clínicas particulares. "São poucos com veterinários especializados e faltam equipamentos adequados, como os de radioterapia, que são caros", afirma a doutora em medicina veterinária Silvia Ricci Lucas, da USP.
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| A veterinária Edna Ortiz faz exame na cachorra Mel antes de tratamento na UNESP de Jaboticabal |
TRATAMENTO
Assim, a cirurgia é o principal procedimento, associado à quimioterapia, diz o veterinário Carlos Roberto Daleck, coautor do livro "Oncologia em Cães e Gatos".
Assim, a cirurgia é o principal procedimento, associado à quimioterapia, diz o veterinário Carlos Roberto Daleck, coautor do livro "Oncologia em Cães e Gatos".
O diagnóstico ainda é falho e, geralmente, os animais já chegam ao hospital com o câncer desenvolvido. "Os veterinários não fazem diagnóstico precoce, e os proprietários têm dificuldade em identificar os sintomas", afirma Sabryna Calazans, coordenadora do curso de oncologia do Instituto Bioethicus, em Botucatu (238 em SP).
Foi o caso do maltês Gucci. "Um dia, ele pulou do sofá e vimos que estava mancando. Fizemos um raio-x para ver o que era e foi detectado o câncer no rim, que já estava espalhado", conta a publicitária Kelen Batista, 31.
O bichinho morreu em dezembro, aos 12 anos.
sábado, 3 de março de 2012
Campeão Precisa de um Lar atenção veterinária e Muito Carinho
Campeão, nome rcebido carinhosament pelos cuidadores que recolheram o animal doente
Cansados de esperar por atendimento aos animais abandonados e doentes, o Escritor Tonni Lima e a amiga Rose, cuidadora de animais abandonados, recolheu da rua um cachorro de raça indefinida muito parecida com labrador, o cão estava sofrendo á dois dias na calçada de uma rua próxima ao centro de Tijucas.
O cachorro foi levado para uma sombra em um jardim próximo e chamado o veterinário da agricultura que disse não poder fazer nada pelos cachorros que encontra doentes nas ruas porque a prefeitura não lhes da suporte nem local adequado para tratar de cachorros doentes.
Rose e Tonni recolheram o animal que está sendo alimentado e medicado com antibióticos e um outro remédio muito caro, doado pela amiga Cléia, simpatizante da causa, porque o cachorro tem uma doença gastrointestinal crônica e por ter sido atropelado tbm tem problemas renal.
Consultado sobre o assunto a Policia Ambiental através do soldado Roecker, diz que essa situação é de competência do administrativo de Tijucas, salientando que a missão principal da Polícia Ambiental é zelar pelo meio ambiente e seus recursos ambientais bem como proteção da fauna e flora, exploração florestal e pesca predatória. Através de um trabalho preventivo e de fiscalização ao meio ambiente.
Roecker ainda aconselhou que procurássemos o ministerio público para oficialisar denúncia sobre abandono e negligência por parte da prefeitura, conclui que a Policia Ambiental está solidaria ao caso dos animais abandonados e não descarta a possibilidade de uma parceria em prol da comunidade.
Roecker ainda aconselhou que procurássemos o ministerio público para oficialisar denúncia sobre abandono e negligência por parte da prefeitura, conclui que a Policia Ambiental está solidaria ao caso dos animais abandonados e não descarta a possibilidade de uma parceria em prol da comunidade.
Também ouvida sobre o problema, a ONG dos animais de Tijucas diz encontrar-se engessada devido a problemas de documentação junto a órgãos governamentais e ainda, segundo a diretora, não é da competência da ONG os serviços de recolher ou manter sob sua guarda esses cachorros abandonados
Sabemos que o problema é bem mais alarmante, e a prefeitura diz não ter condições para esse turbilhão de controvérsias que envolve a situação, embora devesse ter ate por se tratar de prevenção de saúde pública sanitária, mas enquanto discutem o sexo dos anjos, não se pode deixar esses animais morrerem com dor e abandonados pelas ruas da cidade. Complementa Tonni Lima que ja tem alguns cachorros que recolheu das ruas e que segundo ele, não se arrepende em estar fazendo sua parte.
Humberto - Blog Vida de Animal
Humberto - Blog Vida de Animal
Cachorro guardador de bicicletas
'Li Li' fica de guarda protegendo a bicicleta do dono.
"Sempre que estaciono minha bicicleta, ele coloca as patas dianteiras em cima dela para evitar que ela seja roubada", disse Wencong.Segundo o dono, o cachorro chamado "Li Li" também o ajuda com as compras e a tirar o lixo todas as noites, levando-o para baixo.
Wencong disse que já recebeu uma oferta de 10 mil yuans (R$ 2.710) pelo cão, mas a recusou.
Cachorra é encontrada sob os escombros da casa apos atempestade
Greg Cook retornou aos destroços de seu lar e encontrou Coco lá dentro.
Emocionado, Greg Cook abraça a cadela, Coco, encontrada no interior da casa destruída em East Limestone (Foto: AP/Gary Cosby Jr./The Decatur Daily)
Após a passagem de um suposto tornado causar destruição em cidades do Alabama, um homem se emocionou ao reencontrar sua cadela nesta sexta-feira (2). Greg Cook achou a cachorra, Coco, no interior de sua casa destruída em East Limestone.

O americano passa sua cachorra pela janela para um vizinho após encontrá-la na casa destruída (Foto: AP/Gary Cosby Jr./The Decatur Daily)
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